BBC Brasil
27/10/2009 - 00h39

McDonald's fechará as portas na Islândia

da BBC Brasil

A rede de lanchonetes McDonald's anunciou nesta segunda-feira que vai fechar suas filiais na Islândia por conta dos efeitos da crise econômica global no país.

Segundo a empresa, os custos da operação na Islândia quase dobraram após a crise e se tornou muito caro manter as três lanchonetes da rede no país abertas.

Isso porque a rede precisa importar quase todos os produtos para as lojas da Islândia, como embalagens, carne, vegetais e queijo, porque o mercado islandês é muito pequeno para produzir os produtos necessários.

Além da economia, a rede alegou ainda a "complexidade operacional única" de se fazer negócios em uma nação isolada com uma população de apenas 300 mil habitantes.

Importação

Segundo Jon Gardar, diretor da empresa Lyst, responsável pela franchise na Islândia, os restaurantes "nunca estiveram tão movimentados, mas ao mesmo tempo, os lucros nunca foram tão baixos".

"Não faz sentido. Por um quilo de cebolas, importadas da Alemanha, estou pagando o equivalente a uma garrafa de um bom uísque", afirmou.

Gardar planeja reformar as lanchonetes e reabri-las com novo nome para que possa comprar produtos mais baratos no mercado local.

O primeiro McDonald's na Islândia abriu em 1993. Na época, o sanduíche Big Mac no país era o mais caro do mundo, segundo o índice Big Mac da revista britânica The Economist. Atualmente, esse ainda é o caso, mas o preço caiu de forma significativa quando convertido em dólares, por conta da desvalorização da coroa islandesa - a moeda local.

Os bancos islandeses faliram no auge da crise econômica global, o que afetou fortemente a economia do país. O sistema bancário islandês precisou de um pacote de resgate internacional de US$ 10 bilhões de dólares.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (64) 29/11/2009 11h38
Olmir Antonio de Oliveira (64) 29/11/2009 11h38
A respeito de questões condominial. Boa iniciativa do deputado. Apesar de ser contra a exist~encia da nescessidade de ter se precisar de intermediante, julgar. Mas com se diz falta simancol. Geralmente se elege um síndico, inicialmente geralmente nomeado pelo "construtor". Com o passar do tempo e geralmente usando de artificios viram monstros, verdadeiros ditadores, em alguns casos pessoas totalmente despreparadas e ou má intensionadas que chegam a fazer de tudo anti ético, ou democrático, manipuladores da vida de até milhares de vidas de pessoas, em casos sequer dão os direito de ser humanos, chegam a se intitular "deuses" os donos do poder, e da vida alheia. Existindo casos que vão alem da beira do absurdo, roubos, desfalques, e coisas relacionadas a estelionato. Conselheiros, e fiscais nem sempre são o suficiente, e em muitos casos são coniventes e passam também agir de má fé e ou são os propios patrocinadores de absurdos. Grande falta e ou falsa moralidade é ou de ética. Casos de ocorrencias que quando comparados a pequenos municípios são coisas até muito mais escandolosas e ou absurdas. O ideal seria sequer ter e ou se prcisar de tal tipo de instituição, falta conciência a grande número de pessoas, existe certo tipo de brasileiro que na menor oportunidade vai fazer de tudo para se apropiar dos direitos e até de "bens" do proximo, superfaturamento de obras e na aquisições de insumos, não só obra dos políticos"institulunizados', exemplos de ocorrencias não faltam, todo... sem opinião
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José Alberto (216) 28/11/2009 14h13
José Alberto (216) 28/11/2009 14h13
Gente eu não conheço muito bem os mercados que envolvem muito dinheiro, mas uma coisa eu tenho certeza pois aqui no BRASIL quando se fala que não há problema algum monetario corram ou saiam debaixo, pois ai com governo faderal no meio tudo pode acontecer até assalto am suas poupanças, então corram no hsbc e retire a moeda de vcs senão já era, lembram-se dos precatorios e collor...corram já... sem opinião
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Chris Maria (242) 28/11/2009 13h24
Chris Maria (242) 28/11/2009 13h24
Parte 1
O que se pode ver ao longo dos anos em Dubai é o resultado da visão futurista da localidade que possui 2% das reservas de gás do bloco de sete países que formam o EAU (Emirados Árabes Unidos), diante a estimativa de que suas reservas de petróleo tendem a uma diminuição significativa, alcançando completo esgotamento num prazo de até duas décadas. Sua economia migrou daquela baseada no comércio e dependente do petróleo, para aquela baseada nos serviços e orientada para o turismo o que fez com que o setor imobiliário alcançasse um patamar extraordinariamente valioso e se tornasse "a menina dos olhos" de grandes investidores internacionais, mas que, em virtude da crise econômica mundial provocada pelos EUA, vem amargando recessão entre 2008 e 2009. Tomando-se como ponto de partida o ano de 2005, o PIB era de US$ 37 bilhões onde as receitas originadas do petróleo e gás natural representavam menos de 6%, em fevereiro de 2009 chegou a uma dívida externa estimada em aproximadamente 100 bilhões, o que equivale dizer que para cada um dos cerca de 250.000 cidadãos do emirado cabe 400 mil dólares em dívida externa.
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