McDonald's fechará as portas na Islândia
da BBC Brasil
A rede de lanchonetes McDonald's anunciou nesta segunda-feira que vai fechar suas filiais na Islândia por conta dos efeitos da crise econômica global no país.
Segundo a empresa, os custos da operação na Islândia quase dobraram após a crise e se tornou muito caro manter as três lanchonetes da rede no país abertas.
Isso porque a rede precisa importar quase todos os produtos para as lojas da Islândia, como embalagens, carne, vegetais e queijo, porque o mercado islandês é muito pequeno para produzir os produtos necessários.
Além da economia, a rede alegou ainda a "complexidade operacional única" de se fazer negócios em uma nação isolada com uma população de apenas 300 mil habitantes.
Importação
Segundo Jon Gardar, diretor da empresa Lyst, responsável pela franchise na Islândia, os restaurantes "nunca estiveram tão movimentados, mas ao mesmo tempo, os lucros nunca foram tão baixos".
"Não faz sentido. Por um quilo de cebolas, importadas da Alemanha, estou pagando o equivalente a uma garrafa de um bom uísque", afirmou.
Gardar planeja reformar as lanchonetes e reabri-las com novo nome para que possa comprar produtos mais baratos no mercado local.
O primeiro McDonald's na Islândia abriu em 1993. Na época, o sanduíche Big Mac no país era o mais caro do mundo, segundo o índice Big Mac da revista britânica The Economist. Atualmente, esse ainda é o caso, mas o preço caiu de forma significativa quando convertido em dólares, por conta da desvalorização da coroa islandesa - a moeda local.
Os bancos islandeses faliram no auge da crise econômica global, o que afetou fortemente a economia do país. O sistema bancário islandês precisou de um pacote de resgate internacional de US$ 10 bilhões de dólares.
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O que se pode ver ao longo dos anos em Dubai é o resultado da visão futurista da localidade que possui 2% das reservas de gás do bloco de sete países que formam o EAU (Emirados Árabes Unidos), diante a estimativa de que suas reservas de petróleo tendem a uma diminuição significativa, alcançando completo esgotamento num prazo de até duas décadas. Sua economia migrou daquela baseada no comércio e dependente do petróleo, para aquela baseada nos serviços e orientada para o turismo o que fez com que o setor imobiliário alcançasse um patamar extraordinariamente valioso e se tornasse "a menina dos olhos" de grandes investidores internacionais, mas que, em virtude da crise econômica mundial provocada pelos EUA, vem amargando recessão entre 2008 e 2009. Tomando-se como ponto de partida o ano de 2005, o PIB era de US$ 37 bilhões onde as receitas originadas do petróleo e gás natural representavam menos de 6%, em fevereiro de 2009 chegou a uma dívida externa estimada em aproximadamente 100 bilhões, o que equivale dizer que para cada um dos cerca de 250.000 cidadãos do emirado cabe 400 mil dólares em dívida externa.
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