Chávez nega chamado à guerra e diz que declaração foi "manipulada"
da BBC Brasil
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse, nesta quarta-feira, que suas declarações sobre o conflito com a Colômbia foram manipuladas e teriam dado a "volta ao mundo" como se ele tivesse feito uma convocação a uma guerra com a Colômbia. "Os militares venezuelanos são pacifistas e nos preparamos para a guerra para assegurar a paz, foi isso o que eu disse domingo", disse Chávez, durante um ato público com atletas venezuelanos.
"Mas o que deu volta ao mundo foi que Chávez está chamando a guerra e como ontem eu fiz umas reflexões, hoje disseram que Chávez mudou o discurso, que de manhã chama a guerra e de tarde chama a paz", disse.
As declarações de Chávez sobre o conflito com a Colômbia que geraram polêmica foram feitas no domingo durante o programa de rádio e TV, "Alô, Presidente".
Chávez se referiu ao acordo militar firmado entre Colômbia e Estados Unidos, que permitirá às tropas norte-americanas acesso a sete bases militares colombianas, e disse que tanto civis como militares teriam que estar preparados para defender o país. "Senhores oficiais, a melhor forma de evitar a guerra é se preparando para ela", afirmou Chávez durante o programa. "Não percam tempo em cumprir com o dever de nos prepararmos para a guerra e ajudar o povo a se preparar para a guerra, porque é uma responsabilidade de todos", disse.
Na noite de terça-feira (10), no entanto, Chávez esclareceu suas declarações e disse que apenas repetiu a velha máxima "se queres a paz, prepara-se para a guerra". "Foi sobre essa base que reflexionei. Agora me estão acusando em todos os lados de que estou chamando à guerra", disse, em um ato transmitido pela televisão estatal.
Atitude
Os esclarecimentos de Chávez sobre a polêmica foram bem recebidos pelos colombianos, que consideraram a ação do líder venezuelano como uma "mudança de atitude". Armando Benedetti, um dos mais de 20 senadores que se reuniram nesta quarta-feira o presidente colombiano, Álvaro Uribe, disse à BBC Mundo que o seu governo considera que o clima com a Venezuela mudou "completamente".
"Uribe nos disse que as declarações de Chávez significam uma mudança radical de atitude", afirmou Benedetti.
Para o governo venezuelano, a frequência cada vez maior de conflitos na fronteira com a Colômbia e a presença de paramilitares colombianos em território venezuelano é parte de uma "estratégia" que coincide com a presença norte-americana na Colômbia para "desestabilizar" a revolução liderada por Chávez.
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Especial


romantismo de um Che Guevara,ou a eficiência do
Bin Laden,El Gran de Coca Cola nem como tenor de
ópera bufa,tem lugar na história.É um personagem
que já nasceu póstumo...
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E continuará fazendo...
Essa gente, odeia a imprensa livre e os direitos individuais.
A Argentina, segue pelo mesmo caminho perigoso.
O Brasil, está aos poucos sendo cercado por um "muro" de populistas e demagogos da pior espécie.
O triste é saber, que tem muita gente aqui, que adoraria ir pelo mesmo caminho dos comunistas bolivarianos.
Vão sonhando, vão sonhando...
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Depois de ter apoiado, por ação ou omissão, o expansionismo totalitário do chefe de Estado venezuelano, Lula quer dar-lhe uma virgindade e apresentá-lo como uma vítima dos Estados Unidos e da Colômbia.
É bom o sr Lula tirar o cavalinho da chuva que a festinha está prestes a terminar.
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