Equilíbrio
28/07/2008 - 18h51

Labrador "concorre" a prefeitura nos Estados Unidos

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da Associated Press, em Fairhope (Alabama)

Um dos candidatos na disputa pela prefeitura de Fairhope (EUA) é consideravelmente mais peludo do que os outros. Ele também tem o dobro de pernas e geralmente está abanando o rabo. Wille Bean Roscoe P. Coltrane é um labrador de sete anos cuja dona resolveu ironizar a corrida eleitoral norte-americana lançando sua candidatura.

John David Mercer/AP
Tress Turner ganha um beijo de seu cão, Willie Bean Roscoe P. Coltrane, que "concorre" à prefeitura de Fairhope, no Alabama
Tress Turner ganha um beijo de seu cão, Willie Bean Roscoe P. Coltrane, que "concorre" à prefeitura de Fairhope, no Alabama

Mas Willie Bean pode não estar preparado para um mundo tão competitivo. "Quando um cão menor late, ele sai correndo", diz sua dona, Tress Turner, 43, ao jornal "Press-Register".

Tress é gerente do The Coffee Loft, que também é o comitê de campanha. Lá, os seguidores de Willie Bean podem comprar camisetas e outros suvenires.

Alguns de seus cabos eleitorais afirmam que o cão está elevando o nível da disputa, que se encerra com a eleição de 26 de agosto. "Precisamos de sangue novo", brinca Vince Kilborn, 66.

Kilborn, advogado do governador do Alabama Don Siegelman em um caso de corrupção, diz mais sobre o candidato de quatro patas: "Ele não tem esqueletos no armário, pois comeu todos".

O movimento pró-Willie Bean começou há três semanas. Mas o cão não tem chances reais na disputa. Ele perdeu o prazo de inscrição dos candidatos a prefeito.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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