Animal exótico pode ser perigoso para crianças, dizem pediatras
da Folha de S.Paulo
Tartarugas, macacos, roedores e outros animais exóticos estão na lista dos desejos de muitas crianças que não se contentam em ter cães e gatos como animais de estimação, mas sua presença não é indicada nos lares onde os pequenos estão presentes. O alerta, válido também para pessoas com problemas imunológicos, é da American Academy of Pediatrics.
Além das evidências de que esses bichos podem carregar germes perigosos e até potencialmente mortais, muitos animais exóticos apresentam maior tendência a morder e arranhar do que cachorros e gatos, o que coloca especialmente em risco as crianças menores, com até cinco anos de idade.
Crianças são mais vulneráveis porque seu sistema imunológico está em desenvolvimento e também por colocarem freqüentemente suas mãos nas bocas dos animais. Segundo o infectologista Larry Pickering, principal autor do estudo, publicado na revista "Pediatrics", muitos pais não entendem os riscos de diversas infecções que esses animais costumam carregar.
Acredita-se que cerca de 11% das doenças relacionadas à salmonela em crianças derivam do contato com hamsters, lagartos, tartarugas e outros répteis.
As famílias que já possuem esses animais devem conversar com um veterinário sobre riscos específicos e se informar sobre locais em que possam abrigá-los.
Leia mais
- Gato volta a miar após tratamento de R$ 38 mil
- Após viajar 1.400 km, cão reencontra família com outro pet
- Eleita raça ideal para Obama, poodle já teve dias melhores no Brasil
- Cadela detectora de celular vai delatar visitas em prisões dos EUA
- Peixes siameses dividem tarefas em aquário na Tailândia
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre bichos e saúde
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria

