Após "tumor coletivo" demônios-da-tasmânia viram alvo de estudos
da Folha Online
Uma ameaça que surgiu em 1996 e ainda não foi vencida pode acabar com os demônios-da-tasmânia. Os animais continuam em risco devido ao tumor facial que já reduziu sua população pela metade.
A espécie vive na ilha que lhes dá nome na Austrália e pode ter a situação agravada pela disputa com raposas não nativas que chegaram ao local há menos de dez anos.
| Rob Griffith/AP | ||
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| Veterinário examina demônio-da-tasmânia no zoológico Taronga, na cidade de Sydney, Austrália |
As causas do tumor facial ainda não são conhecidas. Há suspeitas de que os animais transmitam agentes relacionados à doença quando se mordem disputando comida.
Para salvar o maior marsupial carnívoro do mundo, também conhecido como diabo-da-tasmânia, cientistas têm recolhido animais, vivos e mortos, e levado a laboratórios para análises. Em outra frente, grupos de veterinários e protetores de animais trabalham na reprodução e no repovoamento.
Há ainda diversos zoológicos e parques espalhados pelo mundo que mantêm exemplares da espécie, numa tentativa de preservá-los da doença e poupar os demônios-da-tasmânia da extinção.
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