Conflito em terra indígena
PF prende líder de agricultores dentro de terra indígena de Roraima
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mas não vão te deixar nem chegar perto da alasca....
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Se houver intervenção militar estrangeira, os militares brasileiros tomarão o poder, para resistir ao invasor e espero que a democracia jamais volte a este país porque foi incompetente para defender a nossa mãe, a pátria brasileira.
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Não é um grupo de pessoas, sejam elas militares, tecnólogos ou religiosos, a "solução" para nosso país.
A mudança no pensamento deve ser coletiva, deve partir de todos.
Eu tive o desprazer de assistir uma palestra com a presença do general Heleno. Fiquei horrorizada com os comentários dele.
Ele simplesmente defendeu a invasão norte-americana em alguns países. Ele defendeu, obviamente por ser chefe da missão, a presença de tropas da ONU no Haiti. Oras, todos sabem que a presença da ONU no Haiti é uma piada, é um plano de conter a revolta na américa latina e garantir os interesses norte-americanos e das elites haitianas.
O general se mostrou rigoroso quanto à possível ameaça da soberania indígena na região, MAS ELE NÃO FICA INDIGNADO QUANTO ÀS EMPRESAS ESTRANGEIRAS QUE DOMINAM A REGIÃO.
Durante a entrevista um empresário perguntou: e as minhas terras e meus negócios serão protegidos?Ele respondeu "estamos fazendo o possível".
Como o general pode falar em soberania se ele invade o Haiti?A mesma lógica de invasão no Haiti, de "ajudar o povo haitiano" será usada pelos Estados Unidos com relação ao Brasil.
Há mais interesses econômicos por trás da questão da amazônia, do que interesses "nacionais".
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Soberania e Globalização.
Meu fim, do começo da Amazônia.
Ocupar a Amazônia está na linha do que muitos sugerem e da que o General ratifica e o governo apoplético despreza e sufoca com uma política populista; covarde e corruPTa economia metafísica da moeda; e, com o gládio de um Direito cego e servil, tão puro quanto torto. Não significa, nem se pode sequer pensar em destruí-la, globalizá-la, seja qual a acepção ou tonalidade teórica ou prática que se queira aplicar,até mesmo com ingênuo, melancólico e pretenso respeito às coloridas penas dos cocares de nossos ancestrais indígenas apresentadas sob as luzes criminosas de Estados e ONG's espertos cujo ensinamento segue a irônica máxima:"Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.". O que seria mera repetição do equívoco da ilusão das bugigangas oferecidas pelos colonizadores que até hoje se perpetuaram sob a forma de um mercado sem controles e sem limites em que o Mundo é o hoje, o lucro auferido hoje; no qual, o despreocupado amanhã é o irresponsável hoje; ciclo vicioso da escassez, da fome e da miséria; e que imaginam, "mutatis mutandis" alguns infantis, como esplendoroso destino de nossos irmãos silvícolas.
Será que não houve qualquer evolução e ainda somos, todos, indígenas? Alguns seres humanos merecem a barbárie eterna? Bibelôs civilizados?
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Meu fim, do começo da Amazônia.
Ocupar a Amazônia está na linha do que muitos sugerem e da que o General ratifica e o governo apoplético despreza e sufoca com uma política populista; com uma covarde e corruPTa economia metafísica da moeda; e, com o gládio de um Direito cego e servil, tão puro quanto torto. Não significa, nem se pode sequer pensar em destruí-la, globalizá-la, seja qual a acepção ou tonalidade teórica ou prática que se queira aplicar,até mesmo com ingênuo, melancólico e pretenso respeito às coloridas penas dos cocares de nossos ancestrais indígenas apresentadas sob as luzes criminosas de Estados e ONG's espertos cujo ensinamento segue a irônica máxima:"Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.". O que seria mera repetição do equívoco da ilusão das bugigangas oferecidas pelos colonizadores que até hoje se perpetuaram sob a forma de um mercado sem controles e sem limites em que o Mundo é o hoje, o lucro auferido hoje; no qual, o despreocupado amanhã é o irresponsável hoje; ciclo vicioso da escassez, da fome e da miséria; e que imaginam, "mutatis mutandis" alguns infantis, como esplendoroso destino de nossos irmãos silvícolas.
Será que não houve qualquer evolução e ainda somos, todos, indígenas?
Alguns seres humanos merecem a barbárie eterna? Bibelôs civilizados?
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Meu fim, do começo da Amazônia.
Ocupar a Amazônia está linha do que muitos sugerem e que o General ratifica e o governo apoplético despreza e sufoca com uma política populista, covarde e corruPTa economia metafísica da moeda e com o gládio de um Direito cego e servil, tão puro quanto torto. Não significa, nem se pode sequer pensar em destruí-la, globalizá-la, seja qual a acepção ou tonalidade teórica ou pratica que se queira aplicar,até mesmo com ingênuo, melancólico e pretenso respeito às coloridas penas dos cocares de nossos ancestrais indígenas apresentadas sob as luzes criminosas de Estados e ONG's espertos cujo ensinamento segue a irônica máxima:"Faz o que eu digo mas não faças o que eu faço.". O que seria mera repetição do equívoco da ilusão das bugigangas oferecidas pelos colonizadores que até hoje se perpetuaram sob a forma de um mercado sem controles e sem limites em que o Mundo é o hoje, o lucro auferido hoje; no qual, o amanhã é o irresponsável hoje; ciclo vicioso da escassez, da fome e da miséria; e que, queremos, "mutatis mutandis" e por alguns infantis, por destino para nossos irmãos silvícolas.
Será que não houve qualquer evolução,ainda somos, todos, indígenas?
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Que é natureza que não o que os olhos vêem, a razão critica, e o verbo transforma em um conjunto de ordens?
Ou se modifica o pensamento ou o pensamento altera a sociedade.
Quase que me sinto isolado ante o avassalador e inexorável termo Globalização. O que é ela que já estende seus metamorfoseados e oportunistas tentáculos sobre a nacionalidade desprezada, incompreendida ou despercebida por tolos corruPTos?
Não me fascina, não gosto desta pretensiosa expressão, despiciendo confessar. Simplesmente me resigno à alegria majoritária medíocre. Também não radicalizo.Minhas teimosas (todavia, próprias) prospecções isentas apontam nesta direção, infelizmente.Porém: por que não frear, para arrumar, o progresso da mentira e a mentira do progresso em um mundo desordenado de mitos, hipocrisias e inverdades? Alguns, muitos, Estados necessitam, bem mais do que o nosso, da Globalização que inventaram tão precocemente,e precisam pagar por ela. A exploração de povos para privilegiar uns outros poucos que até o presente marca a ferro o curso da história que se vê desaguar no caos hodierno há que ser alterado ou desviado sob pena do extermínio ou escravidão da maioria. Repetindo macro, o que as comunidades nacionais apresentam. Nunca é demais lembrar:"Se, portanto, há escravos por natureza , é porque houve escravos contra a natureza.".(continuo)
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Mais um General,Luiz Eduardo Rocha Paiva brinda os brasileiros com sua opinião soberana sobre soberania.O que deveria ser rotina,a alguns poucos, incomoda; talvez, assombre e assuste!Ainda bem e que a cada dia menos, poucos sejam surpreendidos.Não comungo com a idéia, vetusta, de que militar não possa perfeitamente identificar o exato linde de sua imprescindível participação política, exigido pela hierarquia e disciplina funcionais, profissionais.Sem isto, seria retirar-lhes a cidadania.De qualquer modo, o direito que,indevidamente, única e exclusivamente se sustenta na força, induz que: "...não é necessário obedecer por dever",destarte, e "...pois, a palavra direito nada acrescenta à força."..Àqueles que anotei assustarem-se,a participação da farda irá tirar o sono sempre,pois, marginais temem fuzil: seja de projéteis, seja do libelo implacável de corajosas palavras acusatórias com sustentação em indícios sólidos que clamam pela moralidade que põe ordem à vida, o que existirá sempre. Nesta ordem de raciocínio, tirar dos militares o Ministério da Defesa por inquestionável recomendação técnica e de liderança (que o Brasil, ainda, desconhece no meio civil) e até mesmo em determinadas conjunturas políticas é inerente ao jogo democrático,contudo, afrontar-lhes com nomeações ostensivamente rancorosas ou astuciosas de cunho pessoal somente insuflará descontentamentos de difícil controle que em nada contribui para o interesse público nacional. (continuo)
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Já dizia LENIN a tarefa do comunista é explorar todas as contradições, e onde não existirem, cria-las. Nação BRASILEIRA ouvidos e olhos abertos.
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Quilombos de Zumbí,
Levante dos Malês,
Traz arco índio Tupy,
Tem gente invandindo esse Ylê!
Oh, meu pai Olodum!
Põe luz nesse caminho,
Supremo Olorum!
Já não tripulamos,
Negreiros navios.
Te GARANTE na arena, vai meu boi-bumbá!
Pois a luta é sangrenta, vais ter que lutar.
Expulsar o inimigo,
Invasores dessa terra,
Tocar os tambores no seio da mata,
Salvar a floresta dos homens da serra!
Eh boi, eh boi...
Negríndio, ameríndio,
Eu já sei que eu sou,
Eh boi, eh boi...
Já bem me dizia
Meu tataravô.
Plantei sangue nesse chão
Junto com meu boi-bumbá
Já faz tempo essa guerra
E quem ama essa terra vai ter que lutar.
Festa de Parantins reedita a luta!
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O fato verdadeiro é que nossas forças armadas, sabem muito bem oque estão dizendo, e por que o estão fazendo. Em qualquer país do mundo desenvolvido, ~situações fronteiriças fazem parte do arcabouço militar, e eles as sabem resolver competentemente.
Oque temos de fato é abrir os olhos bem abertos para a proteção e conservação de nossas riquezas. Nós as herdamos de nossos antigos pais, negociamos, expandimos ou compramos. E cabe a toda a nação essa doce responsabilidade de preservar nosso patrimônio amazônico que salta aos olhos de todo o mundo, tá cheio de gente cobiçando nossos recursos, e até mesmo os explorando, sem que tenhamos o total e completo controle de tudo isso.
Muito ha que ser feito. Estive conversando ontem com um amigo estrangeiro, ele me detalhou a visão completa do que o mundo pensa e acha da amazonia. A nós brasileiros foi dada a incumbencia de cuidarmos da selva, e nós o faremos, de forma ordeira, pacifica, mas com soberania inquestinável.
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