Brasil

Ações da Igreja Universal contra a Folha

Fiéis da Universal orquestram enxurrada de ações contra a Folha.


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Comentários dos leitores
edvaldo leite (10) 14/05/2008 10h49
edvaldo leite (10) 14/05/2008 10h49
NATAL / RN
Sr. Fábio, Zé Povinho são os que não acreditam no trabalho maravilhoso da IURD. E chamar Zé povinho aos fieis da Igreja Universal é mais uma prova de preconceito contra os evangelicos. Leia a Biblia e tenha entendimento. Torne-se um cristão. E lave sua boa antes de xingar os evangélicos 7 opiniões
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Guilherme Rezende (1) 14/05/2008 10h39
Guilherme Rezende (1) 14/05/2008 10h39
SAO PAULO / SP
Que me desculpem os evangelicos que postaram, mas Deus não tem nada a ver com a questão. É fato e notório que o Macedo utiliza de métodos pouco convencionais para arrecadar a fortuna que possui. A fé é para Deus, e não para o Macedo.
Como voces mesmos dizem "Deus é Fiel", e eu digo "O Macedo não".
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Fabio Gomes Duarte (5) 14/05/2008 09h25
Fabio Gomes Duarte (5) 14/05/2008 09h25
SAO PAULO / SP
Ver as imagens disponíveis no youtube do pastor ensinar a extorquir os fiéis e mostrando os pastores se deliciando em barcos e mansões junto com politicos e defender a Igreja é a mesma coisa que filmar uma pessoa assassinando outra e fazer uma frente popular dizendo que ele é inocente.
Zé Povinho são esses fiéis que não enxergam um palmo a sua frente e quer acreditar nos pastores que disputam entre si quem possui maiores arrecadações.Mas cada povo merece a igreja que tem, pra não falar que é perseguição, ainda mais porquê grandes personalidades do país em diversos seguimentos são evangélicos, veja as diversas igrejas evangélicas que existem e porquê apenas 2 delas estão sendo alvo de extorsão, éporquê realmente tem algo errado.
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andre messias (128) 03/05/2008 14h15
andre messias (128) 03/05/2008 14h15
RIO DE JANEIRO / RJ
LIBERDADE DE OPINIÃO É DIFERENTE DE ABUSO DE OPINIÃO
LIBERDADE DE IMPRENSA É DIFERENTE DE ABUSO DE IMPRENSA
"FURO" DE REPORTAGEM É DIFERENTE DE "INVENTAR" REPORTAGEM
O grande problema é que as pessoas ainda vêem (nós os evangélicos) com aquele olhar preconceituoso de "ZÉ POVINHO" e se esquecem que os tempos são outros,vocês nos subestimam...
A maior prova de que as denúncias contra o "abuso" de imprensa não é algo orquestrado,como tentam vender esse"peixe",é que existem lugares em que as denúncias estão sendo levados à sério,a onde promotores e juízes não estão se deixando influenciar pela opinião da imprensa,mas julgando conforme deve ser,pelos trâmites da LEI.UM ABRAÇO!!!
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lindomar cardoso (2) 02/05/2008 00h07
lindomar cardoso (2) 02/05/2008 00h07
BELO HORIZONTE / MG
Quero dizer em primeiro lugar que a imprensa brasileira é tendenciosa, e só mostra os evangélicos e suas respectivas igrejas como a pior coisa do mundo, o que não é de se estranhar já que discordamos desse sistema, que produz o corrompimento dessa sociedade falida cujos principios são a ruína da mesma, diz a bilbia:
2 TIMOTEO 3, 1-9 . Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais, sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, traidores, teimosos, enfunados [de orgulho], mais amantes de prazeres do que amantes de Deus, tendo uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsos para com o seu poder; e destes afasta-te. Pois, dentre estes surgem aqueles homens que se introduzem ardilosamente nas famílias e levam cativas mulheres fracas, sobrecarregadas de pecados, levadas por vários desejos, sempre aprendendo, contudo, nunca podendo chegar a um conhecimento exato da verdade. Ora, do modo como Janes e Jambres resistiram a Moisés (JULGADOS por DEUS), assim também estes prosseguem resistindo à verdade, homens completamente corruptos na mente, reprovados quanto à fé. Não obstante, não farão mais progresso, pois a insensatez deles ficará bem clara a todos.
NÃO CONCORDO COM TUDO DA IURD, MAS PREFIRO ELA DO QUE A HIPOCRISIA DESSE MUNDO.
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chang up jung jung (37) 01/05/2008 08h55
chang up jung jung (37) 01/05/2008 08h55
SAO PAULO / SP
Comento notícia sobre mais duas vitórias da Folha nas ações movidas pelos fiéis da Universal.
Para os leigos, fica mais uma vez evidente e real a estranha diversidade das decisões judiciais até aqui divulgadas. Não eram ações com as "mesmas alegações", idênticas entre si por todos os lugares do Brasil? Não há um só ordenamento jurídico no Brasil ou há outros? Os juízes não deveriam ter as mesmas qualidades intelectuais para julgar questões técnicas como essas? Por que, então, está havendo decisões com argumentações diferentes das outras? Se algumas delkas estão corretas, isso significa que outras tantas estão erradas? Como entender uma Justiça assim? A nossa Justiça inspira confiança, a ponto de exercer o didatismo à sociedade por meio de seus pronunciamentos? Sinceramente...!
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andre messias (128) 15/04/2008 02h14
andre messias (128) 15/04/2008 02h14
RIO DE JANEIRO / RJ
Elton aí você se engana,sou membro da Universal 19 anos e vejo na igreja pregações sobre tudo(salvação,perdão,lar,família,batismo,compromisso c/DEUS,vida correta,etc. e também Dz. e ofertas)Meu irmão sei que não é sua intenção a crítica destrutiva,mas quem pode melhor falar da Universal do que aqueles que à frequentam?JESUS DISSE:Ide,fazei discípulos de todas as NAÇÕES(Mt28:19)Ide por todo MUNDO e pregai o evangelho a toda criatura(Mc16:15)Ser-me-eis testemunhas...até os confins da terra(At1:8)existe alguma maneira de fazer isso sem dinheiro?Meu irmão(sem querer ofender ninguém)a Universal presta contas conosco,que somos membros em suas igrejas.Só aqui no RIO são mais de700 igrejas,imagine no Brasil todo!Em172 países já tem Universal com esses Dz. E ofertas que damos em nossas igrejas e DEUS tem nos abençoado.UM ABRAÇO!!! 22 opiniões
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Elton Voltolini (1) 14/04/2008 12h37
Elton Voltolini (1) 14/04/2008 12h37
JOINVILLE / SC
Não tenho nada contra a IURD. Nada mesmo. Pelo contrário, sou favorável a pregação da palvra de Deus. Sou contra qualquer tipo de reportagem "induzida", o que de fato está ocorrendo. Mas a IURD age totalmente fora da palavra de Deus. NUNCA Jesus deu tanta ênfase nos dízimos e ofertas. Jesus tinha visão de reino e não de bens materiais. Peço que os seus membros frequentem outra igreja evangélica e façam seus julgamentos! 10 opiniões
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marcilon brigido (115) 11/04/2008 14h51
marcilon brigido (115) 11/04/2008 14h51
O "milagre" da super arrecadação se deu no Maracanã. 5 opiniões
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Mauro Hanashiro (76) 11/04/2008 14h00
Mauro Hanashiro (76) 11/04/2008 14h00
SAO PAULO / SP
Desde o começo dessa história ficou claro que a intenção da escritora Elvira Lobato e da Folha foi somente mostrar que a IURD, em 30 anos, cresceu como um império empresárial com FATOS COMPROVADOS.
Não sei onde os seguidores dessa igreja encontraram ofensas PESSOAIS, a ponto de entrarem com ações.
Se realmente existe o império, pq ficam tão bravos?
Tantas ações de uma vez só não partiu por vontade de cada seguidor, é evidente que foram orientados por alguns bispos de determinadas regiões(que não é digno de uma pessoa que deveria ter outra postura).
Acredito que toda ação tem uma reação, então, que a justiça puna os maus intencionados que tentaram promover a intimidação e retaliação da imprensa, e, que outras ações também acabem com pagamento de multa, honorários de advogados e custas do processo dos maus intencionados.
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Alessandro Tadeu Perico (16) 11/04/2008 11h02
Alessandro Tadeu Perico (16) 11/04/2008 11h02
CAMPINAS / SP
Em qualquer religião, a fé cega e irracional e como uma praga, pega e se alastra.
Mas na Universal ela chega aos extremos da cegueira e irracionalidade. Brincadeira, só lá aparecem tantos demonios se manifestando e em seguida sendo exorcisado, e paralitico que começa andar, e cego que volta a enxergar e milagre dos milagres, empresário falido e drogado volta a se milinário e vira santo....os EUA não precisam matar Osama, é só trazer ele para o bispo, que ele vira santo.
Há vários anos, em um estádio, não me lembro qual, ele mandou todo mundo tirar os óculos e jogarem fora, pegar as muletas e jogar fora, tava todo mundo curado, em seguida vinham os pastores recolhendo tudo, foram dezenas de sacos além de dezenas de sacos de dinheiro...que alegria deve ter sido, PARA O COMÉRCIO É CLARO!
Além que ataque epilético, pressão baixa, excesso de emoção, entre outros, não é posseção, é doença.
Mas uma coisa temos de reconhecer, o bispo Edir Macedo é sem dúvida alguma um grande empreendedor, de um pequeno templo, fez o que fez, não tem como negar.
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Cristiano Garcia (114) 11/04/2008 10h51
Cristiano Garcia (114) 11/04/2008 10h51
CAMPO GRANDE / MS
Parabenizo à Folha e à imprensa brasileira por essas vitórias obtidas contra a intimidação e ma fé. A tentativa clara e espúria de intimidação contra aqueles que procuram questionar, informar, e esclarecer a sociedade, baseada em fatos, esta tendo a merecida resposta, por parte de um judiciário livre e justo. Então acima de tudo parabenizo esses juizes que não se deixam intimidar pelo poder e pressão ocultas em tais ações. Essas decisões favoráveis à liberdade de imprensa trazem orgulho aos brasileiros pensantes. 11 opiniões
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h39
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h39
SAO PAULO / SP
"Instinto de Repórter"
Autor: Elvira Lobato
Editora: Publifolha
Páginas: 288
Fonte: Folhaonline. Vale a pena ler o livro....
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h37
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h37
SAO PAULO / SP
A Polícia Federal parou as investigações sem comprovar o elo das empresas com a Universal. O vínculo só foi confirmado com a reportagem da Folha, que provocou a abertura de um novo inquérito pela Polícia Federal, desta feita, em São Paulo. Acredito que a ligação entre a igreja e as empresas nos paraísos fiscais jamais seria descoberta se não fosse a denúncia anônima feita à Folha.
Outro passo da apuração foi verificar as informações existentes sobre a emissora na Delegacia Regional do Ministério das Comunicações no Rio de Janeiro. A razão social da TV Record do Rio era Rádio Difusão Ebenezer. Cadastro do Ministério das Comunicações mostrava que até junho de 1996 a emissora pertencia oficialmente ao bispo Nilson do Amaral Fanini (da Primeira Igreja Batista de Niterói) e ao ex-deputado federal Múcio Athayde.
Ou seja, durante quatro anos a Universal mandou na TV sem ser, legalmente, sua proprietária. A venda tinha sido acertada entre as partes, em 1992, mas a legislação sobre radiodifusão no Brasil diz que a transferência de emissoras de TV só tem validade depois de aprovada pelo presidente da República.
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h36
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h36
SAO PAULO / SP
COMEÇO DA INVESTIGAÇÃO
Os 75 contratos da Cableinvest e da Investholding referiam-se a empréstimos a pessoas físicas no Brasil. Segundo o denunciante anônimo, 54 empréstimos estavam vinculados à compra da TV Record do Rio de Janeiro. Os demais contratos teriam financiado a compra de emissoras de rádios em outras cidades.
A Igreja Universal do Reino de Deus havia comprado a TV em 1992, em nome de seis fiéis que freqüentavam o templo do bairro da Abolição, na zona norte do Rio de Janeiro. Em dezembro de 1995, a TV Globo exibiu um vídeo gravado pelo ex-pastor Carlos Magno Miranda, no qual apareciam cenas de Edir Macedo ensinando como tomar dinheiro dos fiéis e recolhendo notas, ao lado de outros bispos. O ex-pastor acusou a cúpula da igreja de se apropriar das doações feitas pelos fiéis e de enviar o dinheiro ilegalmente para o exterior por intermédio de doleiros e do Banco de Crédito Metropolitano.
Após a denúncia, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a origem dos recursos usados na compra das emissoras da Rede Record no Rio e em São Paulo e apurar a acusação de remessa ilegal de divisas para o exterior. Simultaneamente, a Receita Federal iniciou uma devassa na contabilidade de todas as empresas ligadas à Universal e nas declarações de seus dirigentes. CONTINUA....
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h35
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h35
SAO PAULO / SP
COMEÇO DA INVESTIGAÇÃO
Os 75 contratos da Cableinvest e da Investholding referiam-se a empréstimos a pessoas físicas no Brasil. Segundo o denunciante anônimo, 54 empréstimos estavam vinculados à compra da TV Record do Rio de Janeiro. Os demais contratos teriam financiado a compra de emissoras de rádios em outras cidades.
A Igreja Universal do Reino de Deus havia comprado a TV em 1992, em nome de seis fiéis que freqüentavam o templo do bairro da Abolição, na zona norte do Rio de Janeiro. Em dezembro de 1995, a TV Globo exibiu um vídeo gravado pelo ex-pastor Carlos Magno Miranda, no qual apareciam cenas de Edir Macedo ensinando como tomar dinheiro dos fiéis e recolhendo notas, ao lado de outros bispos. O ex-pastor acusou a cúpula da igreja de se apropriar das doações feitas pelos fiéis e de enviar o dinheiro ilegalmente para o exterior por intermédio de doleiros e do Banco de Crédito Metropolitano.
Após a denúncia, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a origem dos recursos usados na compra das emissoras da Rede Record no Rio e em São Paulo e apurar a acusação de remessa ilegal de divisas para o exterior. Simultaneamente, a Receita Federal iniciou uma devassa na contabilidade de todas as empresas ligadas à Universal e nas declarações de seus dirigentes. CONTINUA......
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h33
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h33
SAO PAULO / SP
Completavam o material cópias dos supostos documentos de constituição das duas empresas e dezenas de recibos de uma casa de câmbio uruguaia indicando que a igreja estaria comprando bens e empresas no Brasil com dinheiro trazido dos paraísos fiscais.
Provavelmente era dinheiro proveniente de doações de fiéis que tinha sido mandado para o exterior por doleiros e que retornava para o país como se fosse investimento estrangeiro. Esta é uma forma conhecida de "esquentar" recursos de origem suspeita (como caixa dois e propinas) ou não declarados ao fisco.
Meu desafio era provar a autenticidade dos documentos e mostrar o vínculo entre as empresas e a Igreja Universal. Em condições normais, é praticamente impossível levantar informações sobre empresas sediadas em paraísos fiscais, porque seus acionistas não são identificados nos atos de constituição das companhias. Elas existem apenas no papel e podem mudar de dono de um momento para outro, como se fosse uma ação preferencial ou um cheque ao portador. São firmas criadas por escritórios de advocacia, que têm compromisso de sigilo com os clientes e também não dão informação sobre os proprietários.
Na hipótese de os documentos serem verdadeiros, intuí que teriam sido enviados por alguém que participara diretamente do esquema. Só uma pessoa de confiança do grupo teria acesso ao contrato de constituição das empresas no exterior e aos comprovantes de que o dinheiro entrou no país sem passar pelo Banco Central.
CONTINUA....
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Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h30
Mauro Hanashiro (76) 08/04/2008 10h30
SAO PAULO / SP
A IGREJA UNIVERSAL E OS PARAÍSOS FISCAIS
Em junho de 1999, chegou à redação da Folha, em São Paulo, um pacote de documentos que vinculavam a Igreja Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo, a duas empresas sediadas em paraísos fiscais: uma nas Ilhas Cayman, no Caribe, e outra na ilha de Jersey, no Canal da Mancha.
Eu tinha voltado a trabalhar na Sucursal do Rio de Janeiro em janeiro de 1997 - após passar cinco anos como repórter em São Paulo -, mas continuava subordinada à sede. Ou seja, respondia diretamente à Secretaria de Redação. Meu chefe, na ocasião, era Josias de Souza.
Numa manhã, ele me ligou para avisar que eu iria receber alguns documentos pelo malote. Disse que desconhecia a procedência deles, pois tinham sido enviados ao jornal em envelope com endereço e nome de remetente falsos, mas que parceria ser "coisa quente". Eu teria o tempo necessário para a investigação e deveria dar atenção exclusiva àquele assunto.
Eram cópias de 75 contratos de empréstimo concedidos a seis integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus - Alba Maria Silva da Costa, Claudemir Mendonça de Andrade, José Fernando Passos Costa, José Antônio Alves Xavier, Márcio de Araújo Lima e João Monteiro de Castro dos Santos - por duas empresas sediadas no exterior: Investholding e Cableinvest.
A Investholding, segundo os contratos, tinha como endereço uma caixa postal em George Town (Grand Cayman), enquanto o endereço da Cableinvest era de um escritório de advocacia em Jersey.CONTINUA..
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andre messias (128) 07/04/2008 03h38
andre messias (128) 07/04/2008 03h38
RIO DE JANEIRO / RJ
Acusações infundadas,denúncias mentirosas,comentários maldosos em diversas escalas.Culpados,até que se prove o contrário.É impressionante o mecanismo pelo qual os meios de comunicação transformam,sem nenhuma responsabilidade,e com grande freqüência,boatos em verdades.Ao longo dos anos,a imprensa vem trabalhando para proteger interesses escusos,manipulando informações na tentativa de tornar especulações ridículas em fatos.O que há por trás de tanto ódio à Igreja Universal do Reino de Deus?E por que os poderes deste mundo nunca conseguiram vencê-la?Não é segredo que o crescimento da IURD sempre assustou os manipuladores da opinião pública.Para tentar deter esse avanço,a Rede Globo promoveu várias campanhas difamatórias contra a IURD e contra o Bp Macedo.Criar distrações no cenário nacional para desviar a atenção da população do verdadeiro caos é um truque antigo,mas que nunca sai de moda.Com relação à IURD,temos caso da apreensão de dízimos e ofertas dos fiéis pela Polícia Federal,por suspeitas de que o dinheiro teria sido adquirido ou transportado de forma irregular.Ocorre que a origem do dinheiro,já comprovada,e o seu transporte,feito por pessoas devidamente autorizadas,não caracterizam crime,de acordo com a Constituição Federal.Apesar disso,as doações não foram restituídas.Simultaneamente,escândalos em série e diversos casos de corrupção no governo vinham à tona e já não criavam grande impacto na população,exatamente por não despertarem o interesse da mídia 17 opiniões
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andre messias (128) 07/04/2008 03h11
andre messias (128) 07/04/2008 03h11
RIO DE JANEIRO / RJ
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou arquivar um inquérito movido desde 1999 pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o senador Marcelo Crivella e os bispos da Universal diretores da Rede Record.
O inquérito tornou-se público desde 1994 com seguidas reportagens baseadas em acusações da imprensa. Uma delas foi a do jornal O Globo, em 17 de julho de 2004, com a manchete "Em nome de laranjas".
Na última e na mais agressiva delas, em abril de 2005, a revista IstoÉ recuperou o assunto em sua edição de capa intitulada "As contas secretas da Igreja Universal".
Com base em documentos considerados infundados pela direção da IURD, o texto tentava provar que duas empresas no paraíso fiscal das Ilhas Cayman (Investholding e Cableinvest) pertenceriam ao senador Marcelo Crivella e teriam sido utilizadas para lavar dinheiro utilizado na compra de duas emissoras da Rede Record. Segundo a revista, os diretores da Investholding e Cableinvest eram acusados de crimes contra o sistema financeiro nacional e evasão de divisas. Segundo a IURD, em seu jornal semanal Folha Universal, "tratava-se de uma denúncia fraudulenta, desmedida em seu teor inquisitório, que logo seria radicalmente desqualificada pelo órgão máximo da Justiça brasileira."
O pedido para o arquivamento do inquérito foi de autoria do próprio Ministério Público, que, além de reconhecer que não havia provas suficientes contra os acusados CONTINUA...
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