Ações da Igreja Universal contra a Folha
Fiéis da Universal orquestram enxurrada de ações contra a Folha.
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Especial


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Como voces mesmos dizem "Deus é Fiel", e eu digo "O Macedo não".
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Zé Povinho são esses fiéis que não enxergam um palmo a sua frente e quer acreditar nos pastores que disputam entre si quem possui maiores arrecadações.Mas cada povo merece a igreja que tem, pra não falar que é perseguição, ainda mais porquê grandes personalidades do país em diversos seguimentos são evangélicos, veja as diversas igrejas evangélicas que existem e porquê apenas 2 delas estão sendo alvo de extorsão, éporquê realmente tem algo errado.
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LIBERDADE DE IMPRENSA É DIFERENTE DE ABUSO DE IMPRENSA
"FURO" DE REPORTAGEM É DIFERENTE DE "INVENTAR" REPORTAGEM
O grande problema é que as pessoas ainda vêem (nós os evangélicos) com aquele olhar preconceituoso de "ZÉ POVINHO" e se esquecem que os tempos são outros,vocês nos subestimam...
A maior prova de que as denúncias contra o "abuso" de imprensa não é algo orquestrado,como tentam vender esse"peixe",é que existem lugares em que as denúncias estão sendo levados à sério,a onde promotores e juízes não estão se deixando influenciar pela opinião da imprensa,mas julgando conforme deve ser,pelos trâmites da LEI.UM ABRAÇO!!!
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2 TIMOTEO 3, 1-9 . Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais, sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, traidores, teimosos, enfunados [de orgulho], mais amantes de prazeres do que amantes de Deus, tendo uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsos para com o seu poder; e destes afasta-te. Pois, dentre estes surgem aqueles homens que se introduzem ardilosamente nas famílias e levam cativas mulheres fracas, sobrecarregadas de pecados, levadas por vários desejos, sempre aprendendo, contudo, nunca podendo chegar a um conhecimento exato da verdade. Ora, do modo como Janes e Jambres resistiram a Moisés (JULGADOS por DEUS), assim também estes prosseguem resistindo à verdade, homens completamente corruptos na mente, reprovados quanto à fé. Não obstante, não farão mais progresso, pois a insensatez deles ficará bem clara a todos.
NÃO CONCORDO COM TUDO DA IURD, MAS PREFIRO ELA DO QUE A HIPOCRISIA DESSE MUNDO.
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Para os leigos, fica mais uma vez evidente e real a estranha diversidade das decisões judiciais até aqui divulgadas. Não eram ações com as "mesmas alegações", idênticas entre si por todos os lugares do Brasil? Não há um só ordenamento jurídico no Brasil ou há outros? Os juízes não deveriam ter as mesmas qualidades intelectuais para julgar questões técnicas como essas? Por que, então, está havendo decisões com argumentações diferentes das outras? Se algumas delkas estão corretas, isso significa que outras tantas estão erradas? Como entender uma Justiça assim? A nossa Justiça inspira confiança, a ponto de exercer o didatismo à sociedade por meio de seus pronunciamentos? Sinceramente...!
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Não sei onde os seguidores dessa igreja encontraram ofensas PESSOAIS, a ponto de entrarem com ações.
Se realmente existe o império, pq ficam tão bravos?
Tantas ações de uma vez só não partiu por vontade de cada seguidor, é evidente que foram orientados por alguns bispos de determinadas regiões(que não é digno de uma pessoa que deveria ter outra postura).
Acredito que toda ação tem uma reação, então, que a justiça puna os maus intencionados que tentaram promover a intimidação e retaliação da imprensa, e, que outras ações também acabem com pagamento de multa, honorários de advogados e custas do processo dos maus intencionados.
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Mas na Universal ela chega aos extremos da cegueira e irracionalidade. Brincadeira, só lá aparecem tantos demonios se manifestando e em seguida sendo exorcisado, e paralitico que começa andar, e cego que volta a enxergar e milagre dos milagres, empresário falido e drogado volta a se milinário e vira santo....os EUA não precisam matar Osama, é só trazer ele para o bispo, que ele vira santo.
Há vários anos, em um estádio, não me lembro qual, ele mandou todo mundo tirar os óculos e jogarem fora, pegar as muletas e jogar fora, tava todo mundo curado, em seguida vinham os pastores recolhendo tudo, foram dezenas de sacos além de dezenas de sacos de dinheiro...que alegria deve ter sido, PARA O COMÉRCIO É CLARO!
Além que ataque epilético, pressão baixa, excesso de emoção, entre outros, não é posseção, é doença.
Mas uma coisa temos de reconhecer, o bispo Edir Macedo é sem dúvida alguma um grande empreendedor, de um pequeno templo, fez o que fez, não tem como negar.
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Autor: Elvira Lobato
Editora: Publifolha
Páginas: 288
Fonte: Folhaonline. Vale a pena ler o livro....
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Outro passo da apuração foi verificar as informações existentes sobre a emissora na Delegacia Regional do Ministério das Comunicações no Rio de Janeiro. A razão social da TV Record do Rio era Rádio Difusão Ebenezer. Cadastro do Ministério das Comunicações mostrava que até junho de 1996 a emissora pertencia oficialmente ao bispo Nilson do Amaral Fanini (da Primeira Igreja Batista de Niterói) e ao ex-deputado federal Múcio Athayde.
Ou seja, durante quatro anos a Universal mandou na TV sem ser, legalmente, sua proprietária. A venda tinha sido acertada entre as partes, em 1992, mas a legislação sobre radiodifusão no Brasil diz que a transferência de emissoras de TV só tem validade depois de aprovada pelo presidente da República.
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Os 75 contratos da Cableinvest e da Investholding referiam-se a empréstimos a pessoas físicas no Brasil. Segundo o denunciante anônimo, 54 empréstimos estavam vinculados à compra da TV Record do Rio de Janeiro. Os demais contratos teriam financiado a compra de emissoras de rádios em outras cidades.
A Igreja Universal do Reino de Deus havia comprado a TV em 1992, em nome de seis fiéis que freqüentavam o templo do bairro da Abolição, na zona norte do Rio de Janeiro. Em dezembro de 1995, a TV Globo exibiu um vídeo gravado pelo ex-pastor Carlos Magno Miranda, no qual apareciam cenas de Edir Macedo ensinando como tomar dinheiro dos fiéis e recolhendo notas, ao lado de outros bispos. O ex-pastor acusou a cúpula da igreja de se apropriar das doações feitas pelos fiéis e de enviar o dinheiro ilegalmente para o exterior por intermédio de doleiros e do Banco de Crédito Metropolitano.
Após a denúncia, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a origem dos recursos usados na compra das emissoras da Rede Record no Rio e em São Paulo e apurar a acusação de remessa ilegal de divisas para o exterior. Simultaneamente, a Receita Federal iniciou uma devassa na contabilidade de todas as empresas ligadas à Universal e nas declarações de seus dirigentes. CONTINUA....
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Os 75 contratos da Cableinvest e da Investholding referiam-se a empréstimos a pessoas físicas no Brasil. Segundo o denunciante anônimo, 54 empréstimos estavam vinculados à compra da TV Record do Rio de Janeiro. Os demais contratos teriam financiado a compra de emissoras de rádios em outras cidades.
A Igreja Universal do Reino de Deus havia comprado a TV em 1992, em nome de seis fiéis que freqüentavam o templo do bairro da Abolição, na zona norte do Rio de Janeiro. Em dezembro de 1995, a TV Globo exibiu um vídeo gravado pelo ex-pastor Carlos Magno Miranda, no qual apareciam cenas de Edir Macedo ensinando como tomar dinheiro dos fiéis e recolhendo notas, ao lado de outros bispos. O ex-pastor acusou a cúpula da igreja de se apropriar das doações feitas pelos fiéis e de enviar o dinheiro ilegalmente para o exterior por intermédio de doleiros e do Banco de Crédito Metropolitano.
Após a denúncia, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar a origem dos recursos usados na compra das emissoras da Rede Record no Rio e em São Paulo e apurar a acusação de remessa ilegal de divisas para o exterior. Simultaneamente, a Receita Federal iniciou uma devassa na contabilidade de todas as empresas ligadas à Universal e nas declarações de seus dirigentes. CONTINUA......
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Provavelmente era dinheiro proveniente de doações de fiéis que tinha sido mandado para o exterior por doleiros e que retornava para o país como se fosse investimento estrangeiro. Esta é uma forma conhecida de "esquentar" recursos de origem suspeita (como caixa dois e propinas) ou não declarados ao fisco.
Meu desafio era provar a autenticidade dos documentos e mostrar o vínculo entre as empresas e a Igreja Universal. Em condições normais, é praticamente impossível levantar informações sobre empresas sediadas em paraísos fiscais, porque seus acionistas não são identificados nos atos de constituição das companhias. Elas existem apenas no papel e podem mudar de dono de um momento para outro, como se fosse uma ação preferencial ou um cheque ao portador. São firmas criadas por escritórios de advocacia, que têm compromisso de sigilo com os clientes e também não dão informação sobre os proprietários.
Na hipótese de os documentos serem verdadeiros, intuí que teriam sido enviados por alguém que participara diretamente do esquema. Só uma pessoa de confiança do grupo teria acesso ao contrato de constituição das empresas no exterior e aos comprovantes de que o dinheiro entrou no país sem passar pelo Banco Central.
CONTINUA....
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Em junho de 1999, chegou à redação da Folha, em São Paulo, um pacote de documentos que vinculavam a Igreja Universal do Reino de Deus, do bispo Edir Macedo, a duas empresas sediadas em paraísos fiscais: uma nas Ilhas Cayman, no Caribe, e outra na ilha de Jersey, no Canal da Mancha.
Eu tinha voltado a trabalhar na Sucursal do Rio de Janeiro em janeiro de 1997 - após passar cinco anos como repórter em São Paulo -, mas continuava subordinada à sede. Ou seja, respondia diretamente à Secretaria de Redação. Meu chefe, na ocasião, era Josias de Souza.
Numa manhã, ele me ligou para avisar que eu iria receber alguns documentos pelo malote. Disse que desconhecia a procedência deles, pois tinham sido enviados ao jornal em envelope com endereço e nome de remetente falsos, mas que parceria ser "coisa quente". Eu teria o tempo necessário para a investigação e deveria dar atenção exclusiva àquele assunto.
Eram cópias de 75 contratos de empréstimo concedidos a seis integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus - Alba Maria Silva da Costa, Claudemir Mendonça de Andrade, José Fernando Passos Costa, José Antônio Alves Xavier, Márcio de Araújo Lima e João Monteiro de Castro dos Santos - por duas empresas sediadas no exterior: Investholding e Cableinvest.
A Investholding, segundo os contratos, tinha como endereço uma caixa postal em George Town (Grand Cayman), enquanto o endereço da Cableinvest era de um escritório de advocacia em Jersey.CONTINUA..
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O inquérito tornou-se público desde 1994 com seguidas reportagens baseadas em acusações da imprensa. Uma delas foi a do jornal O Globo, em 17 de julho de 2004, com a manchete "Em nome de laranjas".
Na última e na mais agressiva delas, em abril de 2005, a revista IstoÉ recuperou o assunto em sua edição de capa intitulada "As contas secretas da Igreja Universal".
Com base em documentos considerados infundados pela direção da IURD, o texto tentava provar que duas empresas no paraíso fiscal das Ilhas Cayman (Investholding e Cableinvest) pertenceriam ao senador Marcelo Crivella e teriam sido utilizadas para lavar dinheiro utilizado na compra de duas emissoras da Rede Record. Segundo a revista, os diretores da Investholding e Cableinvest eram acusados de crimes contra o sistema financeiro nacional e evasão de divisas. Segundo a IURD, em seu jornal semanal Folha Universal, "tratava-se de uma denúncia fraudulenta, desmedida em seu teor inquisitório, que logo seria radicalmente desqualificada pelo órgão máximo da Justiça brasileira."
O pedido para o arquivamento do inquérito foi de autoria do próprio Ministério Público, que, além de reconhecer que não havia provas suficientes contra os acusados CONTINUA...
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