Marina Silva
Marina Silva entrega cargo ao presidente Lula
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Antes dela, esse ministério era tão combativo como o das cidades; só ocupava espaço na esplanada dos ministérios.
Certa ou errada, com Marina o Brasil começou a conhecer as mais importantes preocupações que precisamos ter para não repetir o que fez o mundo com suas reservas ambientais.
A nova função do Ministério de Meio Ambiente inclui brigar com o poder econômico, que como todos sabemos é o que comanda as prioridades do país.
É inevitável que qualquer ministro sério que ocupe essa vaga tenha perfil para conseguir enfrentar a casta que lucra muito com a devastação.
Xiita ou não, o ocupante da pasta precisa ser cabeça dura, para não ceder as inevitáveis pressões do poder estabelecido.
Preservar o meio ambiente não pode significar estagnação econômica. Ao contrário de algumas argumentações nesse espaço, o Sul/Sudeste não está nada feliz com a "diferença econômica" do Norte.
A meu ver o maior desafio dessa pasta é ter a obrigação de ser criativa para, sem paradigmas, inventar formas e mecanismos para que a preservação ambiental produza lucro.
A sustentabilidade das reservas ambientais é uma história que precisa ser inventada, assim como um sistema de ensino eficiente e inclusivo.
Presidente e governo precisam estar do mesmo lado, porque se ser ministro do meio ambiente não passar de dar murro em ponta de faca, não haverá quem se interesse em pegar um abacaxi dessa monta.
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Após ironizar o Governador de MT sobre o mesmo se puder, plantaria soja nos Andes, agora com outra declaração, ele diz que "o Brasil eu conheço muito mal".
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Renovo o convite ao blog de Marcelo Leite, quem sabe o que fala faz a diferença! E como faz!!
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Isto posto, não está previsível um conflito entre Mangabeira e o Ministro do Meio Ambiente Minc, que substituirá Marina Silva?
Não haverá conflito por se tratar de dois cuidando praticamente da mesma coisa?
Não teria sidomais viável que o PAS(Plano Amazônia Sustentável) ficasse com o ministério do meio ambiente?
São coisas para se pensar, que só o tempo dará a resposta.
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Monopólios nunca são um bom negócio, nem mesmo para o próprio "monopolista". Que o diga Olavo de Morais, o excêntrico "Olavinho", que num determinado momento tinha tudo e que hoje não tem mais nada...
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Abraços!
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Não entendo mais nada, tiraram a Marina e chamaram um antigo "ecoxiita" e "carne de pescoço" maior do que ela?
O Jorge Viana, um jovem ex-governador do Acre, com carreira política em ascendência total, preferir ser consultor de fábrica de helicóptero, do que ser ministro do governo do seu partido e do amigo Lula?
Aí, a mídia me ajudou a lembrar, que nestes 19 meses de poder, como secretário de Meio ambiente do RJ, o homem bateu todos os recordes de rapidez em licença ambiental no país e agora só recebe elogios das maiores poluidoras de todos os tempos do nosso estado como a CSN, a Petrobrás e etc. e em breve deve receber a "comenda de ouro" da poderosa Federação das Indústrias do RJ.
Esta licença ambiental aprovando em seis meses o Rima da Petrobras, deste Complexo petroquímico em Itaboraí, é uma verdadeira calamidade pública ambiental, pois a cidade ainda não tem a menor infra-estrutura para a implantação do mesmo, no qual, só durante as obras, aumentará a população em mais de 30 mil pessoas !
Compreendi então que ele é o homem certo para resolver os problema$ do Lula e dos seus amigos poderosos que optaram pelo desenvolvimento insustentável do Brasil!
Se seus colegas do MR8 mudaram da água para o vinho, porque ele não poderia mudar também e juntar-se a eles no desgoverno?
Espero, estar totalmente enganado!
O futuro nos dirá!
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Sr. Minc demonstra em sua posse com a idéia pré-concebida que Mato Grosso desrespeita as legislações ambientais por ter como chefe de governo um empresário do agronegócio.
"Convido Carlos Minc a percorrer as áreas produtoras do nosso Estado, e checar in loco a realidade de lá. Não me incomodo em acompanhá-lo, seria um prazer. Por favor senhor Carlos, não emita comentários sobre Mato Grosso sem antes conhecer pelo menos de perto do que está falando", declarou Deputado Eliene Lima
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Volto a repetir: Esta é a verdadeira preocupação das Ongs estrangeiras e do Sr. Minc:
"Se MT fosse um país, seria um tigre asiático", assim define o assessor econômico da FIEMT/MT, Carlos Vitor Timo. De acordo com os dados da FIEMT/MT, o acumulado da balança já chega a US$ 1,08 bilhão, valor 38,8% maior do que o registrado em março de 2007, contrapondo com o saldo comercial do país, que foi de apenas US$ 2,83 bilhões no mesmo período - este valor nacional é 67,5% menor em relação a 2007, ou seja, MT cresceu mais que o Brasil.
As exportações somaram US$ 1,28 bilhão, valor 37,9% maior do que os US$ 927,75 milhões acumulados em março de 2007. Esse índice é bem superior ao resultado das exportações brasileiras no mesmo período, que registraram um crescimento de apenas 13,8%.
A União Européia e a Ásia foram os principais destinos das exportações de MT, respondendo por 53,6% e 26% do total. A Holanda, que individualmente é responsável por 21,9% do total, é o maior cliente do Estado, seguido da Espanha e da China, com 10,3% e 10,2%, respectivamente. Em seguida, estão outros países da Europa. É relevante considerar a participação de 7,7% dos países do Pacto Andino e do Mercosul, que assumem a posição de 3º maior destino das vendas externas de MT, superando o Oriente Médio.
Já falou bobagem este Minc.
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Sempre é bom alguém da região se manifestar quando surgem assuntos como este, uma vez que se trata de quem vivencia no dia a dia os problemas pertinentes aos fatores regionais.
Creio que há um mínimo de exagero, quando o senhor fala da imagem que nós das regiões sul e sudeste fazemos em relação a Amazônia. É mais que sabido que desde o ciclo da borracha, essa região vem se desenvolvendo continuamente.
Entretanto, não sei se por todos, mas é mais que sabido que essa região carece de muita infra-estrutura e há por parte do governo, falta não só de investimentos, como de um bom projeto se sustentabilização da floresta, tornando-a economicamente viável, sem destruí-la.
Eu poderei estar falando "abobrinha" por não conhecer a região, mas creio não estar totalmente alheio a essa questão.
Um forte Abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol -SP
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Muito boa vossa colocação como complementação ao meu comentário, e é assim que julgo que deve ser este espaço, cada qual com ou sem ideologia, registrando o que pensa a respeito de uma matéria ou comentário.
Em outras palavras, o senhor registrou realmene o que penso, pois realmente a bancada ruralista está julgando o que o senhor bem citou, poderão doravante desmatar à vontade por conta da produção de alimentos.
Apesar de não conhecer a Amazônia, sei que essa região necessita de um bom estudo de viabilidade econômica e de produção, respentando-se as suas características, mas elaborando-se um projeto de desenbolvimento com a sustentabilização da floresta. Para não julgarem equivocadamente, não estou me referindo de que não se deve explorar a floresta, mas sim viabilizá-la economicamente, sem agredi-la ou destruí-la.
Creio que o governo, dentro do contexto da elaboração do referido projeto, deveria definir as áreas que devem ser ser preservadas assim com as que devem ser exploradas, tipo e forma de exploração, assim como um reflorestamento com espécies economicamente viáveis.
Marina Silva, realmente pode ter posição equivocada, no entanto, não fosse sua posição, as coisas estariam bem piores. E, sobre dizer que é uma pessoa que tem posição no governo, creio que a referência é a de que poucos a tem.
Um forote Abraço,
Antonio Fouto Dias - Mirassol - SP
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Eu sou carioca mas viajo para o norte com frequência, a trabalho. Esses 'falsos profetas' do ambientalismo tem de ir lá mesmo, antes de se posicionar. Na maior parte dos lugares, o caos é total e as populações, principalmente as ribeirinhas, já perderam a esperança há décadas.
Esse ambientalismo 'xiita' só faz bem a organizações como o Greenpeace, que não tem nenhum compromisso com o Brasil.
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