Publicidade

Publicidade
Brasil
20/07/2007 - 13h04

Leia repercussão sobre a morte de ACM

Publicidade

da Folha Online
da Agência Folha

Texto atualizado às 20h42

Leia abaixo a repercussão sobre a morte do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA):

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, presidente da República:
"Quero manifestar meus sentimentos à família, aos amigos e correligionários do senador Antônio Carlos Magalhães. O Brasil sabe que estivemos muitas vezes em campos opostos na política, mas tenho para mim que a verdadeira democracia é feita de divergências, não de inimizades."

JOÃO HENRIQUE CARNEIRO (PMDB), prefeito de Salvador:
"Consternado com o falecimento do senador Antônio Carlos Magalhães, quero expressar aos seus familiares e correligionários profundo pesar pela lamentável perda para o cenário político da Bahia e do Brasil. A cidade do Salvador, capital do Estado da Bahia, estará de luto oficial, por cinco dias, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo senador Antonio Carlos Magalhães, à Bahia, ao longo de sua trajetória política como deputado estadual, deputado federal, prefeito, governador, ministro e senador a serviço do seu povo."

PAULO SOUTO (DEM), ex-governador da Bahia:
"Convivi com o senador Antonio Carlos Magalhães por quase 30 anos e posso afirmar com convicção absoluta que ele não conheceu limites quando o assunto era a defesa da Bahia. Outra virtude do senador foi trazer para a política jovens que não tinham vinculação com as famílias de políticos tradicionais, pessoas que entraram na vida pública e deram as suas contribuições para o desenvolvimento do país."

ANTONIO IMBASSAHY (PSDB), ex-prefeito de Salvador:
"Sou testemunha da coragem e da determinação do senador Antonio Carlos Magalhães em várias fases de sua vida pública. ACM foi um político polêmico, de posições claras. O Brasil e a Bahia perderam um grande homem público."

D. CANÔ VELLOSO, 99, mãe dos cantores Caetano Veloso e Maria Bethânia:
"Acompanhei toda a carreira política do senador Antonio Carlos Magalhães. Ninguém fez mais pela Bahia do que ele. Todos nós, independentemente de partidos, vamos sentir a falta dele. Também não tenho como agradecer o que o senador fez por mim e pela minha cidade."

CÉSAR BORGES (DEM), senador e ex-governador da Bahia:
"No Senado, Antonio Carlos Magalhães era o norte, o balizador. Para mim, a sua perda tem dimensões pessoais e familiares. Há 25 anos o acompanho. Ele foi um político de expressão nacional, certamente um dos mais importantes do país desde a década de 50."

MARCO MACIEL (DEM-PFL), senador:
"Não se pode entender a política brasileira nos últimos 50 anos sem inserir a estuante figura de Antonio Carlos Magalhães. Dotado de grande faro político e enorme senso de oportunidade, era antes de tudo um ente coletivo, portador a um só tempo de forte instinto de brasilidade e telúrica paixão pela Bahia. Seu exemplo continuará a marcar a Bahia e o país."

HELOÍSA HELENA, ex-senadora e presidente do PSOL:
"Meus inimigos políticos existem em vida. Depois que as pessoas morrem, elas têm as minhas preces. Espiritualmente, eu faço isso. Meus adversários políticos, mesmo que sejam inimigos implacáveis, quando morrem, desde sempre faço orações por eles."

MARCELO DÉDA (PT), governador de Sergipe:
"Independentemente de qualquer divergência de ordem política e ideológica, o senador Antonio Carlos Magalhães teve presença extremamente relevante na vida política, especialmente na vida política baiana. O senador foi um político polêmico, de personalidade forte no exercício do poder. Mas, sem dúvida, foi um homem que marcou a história política brasileira do século 20."

EDUARDO CAMPOS (PSB), governador de Pernambuco:
"Apesar de militarmos em campos políticos divergentes, reconheço o senador como uma personalidade que marcou um tempo na política da Bahia e brasileira. Tive uma relação de amizade e de respeito mútuo com o ex-presidente da Câmara Luiz Eduardo Magalhães [filho de ACM, morto em 1998]. O próprio senador ACM tinha uma relação que, se não de proximidade, de respeito com meu avô, Miguel Arraes."

ITAMAR FRANCO, ex-presidente da República:
"O Brasil perde um homem público de grande valor, e o povo baiano, com certeza, sentirá a ausência de um representante combativo. Nossos debates sempre foram no campo das idéias, visando interesses maiores de nossos Estados e do país. No exercício da Presidência tive no senador Antonio Carlos Magalhães um oposicionista e um adversário de caráter e personalidade inconfundíveis. Fora da política tivemos convivência cordial."

CID GOMES (PSB), governador do Ceará:
"A morte do senador Antonio Carlos Magalhães é um momento de grande tristeza na vida pública de nosso país. Apesar de nossas diferenças ideológicas, tinha por ele um profundo respeito. Como todo homem, o senador tinha defeitos, porém sempre procurei valorizar suas virtudes, dentre as quais destaco sua personalidade firme, coragem e inteligência. A Bahia perde um filho ilustre, e o Brasil, um grande homem público."

ROSEANA SARNEY (PMDB), senadora:
"Carismático e corajoso, o senador Antonio Carlos Magalhães foi expoente da política brasileira. Exerceu apaixonadamente e sempre com sua marca todas as funções públicas que ocupou, da liderança estudantil ao Senado. Fará falta à Bahia e ao cenário político nacional."

TASSO JEREISSATI (PSDB-CE), senador e presidente do PSDB:
"Ainda é muito cedo para avaliar a exata dimensão do que foi Antonio Carlos para a política brasileira. A tristeza com sua partida ainda domina nosso sentimento. Mas já se pode prever a falta que fará. Num ambiente já carente de grandes lideranças, a ausência de sua força e carisma se fará notar mais ainda neste momento em que o parlamento brasileiro sofre uma de suas mais graves crises. Para mim, pessoalmente, vai ser extremamente difícil não mais poder encontrar a figura de Antonio Carlos no plenário do Senado Federal. Sua ausência será tão ou mais forte do que era a sua presença. A Bahia não perdeu apenas um de seus filhos mais ilustres, nem somente um de seus mais ardorosos amantes, perdeu um símbolo."

RENAN CALHEIROS (PMDB-AL), presidente do Senado:
"É uma perda irreparável. O senador ACM foi um dos grandes presidentes do Senado Federal. Vamos ter muita dificuldade para preencher essa lacuna."

JARBAS VASCONCELLOS (PMDB-PE), ex-governador de Pernambuco:
"Antonio Carlos Magalhães construiu, ao longo de décadas, uma trajetória política na qual sempre demonstrou grande espírito público, consolidando uma liderança incontestável. Até aqueles que criticavam o seu estilo não tinham como não reconhecer sua força de líder, não apenas na sua terra natal, mas também no cenário nacional. A verdade é que a história do desenvolvimento da Bahia se divide entre antes e depois da ascensão do grupo de Antonio Carlos. Além dessa expressiva liderança popular, ACM foi uma referência na formação de quadros políticos e de gestores públicos. Seu desaparecimento deixa um vácuo na política brasileira."

EDUARDO SUPLICY (PT-SP), senador:
"Desde 1995, em minha convivência com o senador ACM nos trabalhos do Senado, desenvolvemos uma relação de respeito. Foram muitas as ocasiões em que divergimos, mas em outras concordamos, principalmente naquelas que resultaram em soluções para a melhoria de nosso Brasil. Sua presença no plenário, na presidência da Comissão de Constituição e Justiça ou do Senado, fazia sempre diferença.Seu falecimento é sem dúvida uma grande perda para a Bahia e para o Brasil."

JOSÉ AGRIPINO (RN), líder do DEM no Senado:
"Com ele, se vai a legenda de uma época. Seu espírito polêmico e seus gestos de amigo solidário vão fazer falta ao Brasil e deixar imensas saudade à Bahia."

SÉRGIO CABRAL (PMDB-RJ), governador do Rio:
"Expresso o meu sentimento de condolências à família do senador Antônio Carlos Magalhães e registro a sua importância política na história do Brasil contemporâneo. Como senador, durante quatro anos, tive a oportunidade de conviver com essa ilustre personalidade da vida nacional."

DEMÓSTENES TORRES (DEM-GO), relator da CPI do Apagão no Senado:
"O Antonio Carlos Magalhães é uma das grandes figuras da política brasileira. Polêmico, mas de posição. Era extremamente sincero. Um político extremamente influente, tanto é que, na Bahia, na sua história recente, pode se falar em antes e depois de ACM."

IDELI SALVATTI (SC), líder do PT no Senado:
"Indiscutivelmente ele era atuante e influente. Ocupamos posições em campos opostos, mas o Senado não será mais o mesmo. Podia até não concordar com ele, mas deve-se analisar a importância dele no cenário político."

PAULO SKAF, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo):
Sua experiência política e conhecimento dos grandes temas nacionais trouxeram importante contribuição aos trabalhos desenvolvidos pela Fiesp, no âmbito das questões de interesse da sociedade brasileira que tratamos em diferentes momentos. Sua morte é uma perda que entristece a todos."

ROMEU TUMA (DEM-SP), corregedor-geral do Senado:
"Ele ainda fazia parte do futuro. A presença dele sempre foi um ponto de equilíbrio. É uma pena que Deus o tenha chamado antes."

VAZ DE LIMA (PSDB-SP), presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo:
"Quero expressar a tristeza que sentimos com o falecimento do senador Antonio Carlos Magalhães. Homem público por vocação, o senador dedicou toda sua vida a servir o Brasil e representante legítimo do seu Estado defendeu como poucos os reais interesses dos brasileiros da Bahia no Congresso Nacional."

ABELARDO CAMARINHA (PSB-SP), deputado federal:
"ACM foi um grande brasileiro, que teve posições controvertidas. Apesar de ter tido um papel na ditadura, ele teve um papel fundamental na derrubada dessa mesma ditadura."

JAQUES WAGNER (PT), governador da Bahia:
"Durante as últimas décadas, Antonio Carlos Magalhães exerceu reconhecida liderança política na Bahia e no Brasil. Ao tempo em que fica decretado luto oficial por cinco dias, em homenagem póstuma ao ex-chefe do Executivo baiano, apresento, em meu nome e no de minha esposa, Maria de Fátima Mendonça, as expressões de nosso pesar à família enlutada."

GERALDO ALCKMIN (PSDB-SP), ex-governador de São Paulo:
"Antonio Carlos Magalhães foi um homem público com a marca da coragem, de posições claras e de grande trabalho pelo povo da Bahia e do Brasil. A Bahia perdeu um grande baiano, e o Brasil, um grande brasileiro."

ANTONIO CARLOS PANNUNZIO (SP), líder do PSDB na Câmara:
"Ele foi um dos políticos da sua geração que mais marcou presença e posição no cenário nacional. Criou um estilo absolutamente próprio de fazer política, que consistia em defender firmemente aquilo no que acreditava. Temos concepções e linhas ideológicas diferentes, o que não me impede de reconhecer nele um grande líder, dono de uma personalidade forte, muito respeitado e bastante querido no Estado que governou. É, sem dúvida, uma grande perda para o país."

ARLINDO CHINAGLIA (PT-SP), presidente da Câmara dos Deputados
"Como governador [da Bahia], ministro e presidente do Congresso Nacional, ACM exerceu grande influência na política do Brasil ao longo das últimas décadas. O seu desaparecimento representa uma grande perda para a vida pública nacional."

ROBERTO JEFFERSON, presidente do PTB:
"Perdemos um grande político brasileiro, defensor incansável da Bahia e do povo baiano, corajoso e valente."

WALDIR PIRES, ministro da Defesa:
"O Brasil e o Estado da Bahia sabem que tivemos, desde sempre, profundas divergências na atividade e no pensamento político. Neste momento, eu desejo que Deus lhe dê paz e cumprimento todos os filhos, netos e familiares."

RODRIGO MAIA (DEM-RJ), deputado federal e presidente do partido:
"Sem escolher ou temer adversário algum, Antonio Carlos Magalhães esteve ao lado dos que mais precisam da força dos seus líderes. Ele era um guerreiro heróico, um estrategista da política que sabia superar sua condição humana para transformar o futuro do seu país e a vida das pessoas, principalmente a vida do povo baiano. A Bahia era sua razão de viver. Temido pelos fortes e adorado pelos fracos, porque jamais teve medo de fazer o que julgava certo e verdadeiro, Antonio Carlos Magalhães teve papel essencial na transição democrática e no fim do regime militar. Ele tinha a coragem de se expor, quando todos se omitiam. Esta é a maior e a mais respeitável característica de um líder."

AÉCIO NEVES (PSDB-MG), governador de Minas Gerais:
"Não se pode negar o importantíssimo papel que o senador Antonio Carlos teve na vida do Brasil nos últimos 50 anos. Ele teve um papel absolutamente fundamental no momento da transição ao enfrentar e liderar dissidentes do regime autoritário que apoiaram a transição democrática comandada por Tancredo Neves."

ARTHUR VIRGÍLIO (AM), líder do PSDB no Senado:
"Com a morte de Antonio Carlos Magalhães, o país perde homem polêmico, mas de grande coragem pessoal, física e cívica. Perde uma voz de inconformismo e um dos últimos representantes da chamada Banda de Música da antiga UDN, homem que teve ativa participação nos mais importantes acontecimentos da história política brasileira dos últimos 50 anos. A Bahia perde um dos seus mais ilustres filhos. As oposições perdem uma voz e um conselheiro. Tive com ele relações algumas vezes turbulentas e em outras cordiais. Sentirei falta desse colega e companheiro de oposição, que sabia lutar em defesa do seu Estado e do país. A Antônio Carlos Magalhães Filho e ao deputado Antônio Carlos Magalhães Neto, meus sentimentos de profundo pesar e de solidariedade, extensivos à família, pedindo-lhes ainda que transmitam minhas condolências ao povo baiano."

ONYX LORENZONI (RS), líder do DEM na Câmara:
"ACM era um grande líder e representava um dos maiores nomes da política brasileira. De personalidade forte, o senador sempre colocava seus pontos de vista com bom humor e uma fina ironia. ACM era muito respeitado até mesmo por seus adversários. Neste momento queremos prestar solidariedade à família Magalhães e ao povo baiano, a quem ele tanto amava."

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

 

FolhaShop

Digite produto
ou marca