Renan descarta renunciar um dia antes da votação do caso no plenário
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), descartou hoje a possibilidade de renunciar ou se licenciar do cargo antes do plenário da Casa decidir o seu futuro político. A renúncia seria uma estratégia para preservar o seu mandato como senador. Ao chegar ao Senado nesta manhã, Renan disse que "qualquer coisa que diga respeito a licença ou à renúncia" não faz parte da sua personalidade.
| L.Marques/Folha Imagem |
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| Na véspera da votação de seu processo, Renan diz que renunciar seria um "desrespeito" |
"Eu lutei 120 dias com sofrimento, com dor, com a exposição da minha família para provar a minha verdade, a minha inocência. Não tem sentido, absolutamente nenhum sentido, que agora se faça isso", afirmou.
Segundo Renan, se afastar da presidência do Senado neste momento seria desrespeitar os colegas e todo o país. "Seria um desrespeito ao Brasil e ao Senado brasileiro."
Aliados de Renan chegaram a tentar convencê-lo em renunciar ao cargo minutos antes do início da votação no plenário como última tentativa de evitar a perda do seu mandato. Se o peemedebista for cassado, ficará inelegível por oito anos a partir de 2011 --quando termina o seu mandato no Senado Federal.
O grupo pró-Renan avalia que, com a sua renúncia à presidência da Casa, muitos senadores poderiam votar pela absolvição do peemedebista --porque consideram que o mais grave neste momento é a imagem do Senado estar arranhada pelas denúncias atingirem o presidente da instituição.
A licença, por outro lado, é prevista no regimento da Casa por motivos médicos ou de força maior. O senador poderia ficar afastado por 120 dias do Senado, mas preservaria o seu mandato caso fosse absolvido pelos colegas. Seria uma alternativa para evitar constrangimentos a Renan uma vez que, se for absolvido, ainda responderá a outros dois processos de quebra de decoro parlamentar que tramitam no Conselho de Ética da Casa.
Renan é acusado de ter utilizado recursos da construtora Mendes Júnior para pagar despesas pessoais, como aluguel e pensão alimentícia à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha.
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4) Minha sogra (vai com Deus...não aceito devoluções)
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Mas se faltar mais um suplente...Nós aqui temos a solução.
Vamos contratar todosos nossos parentes para "nos dar uma forcinha"...De quebra cadaum devolverá 30% de seus vencimentos brutos em espécia....
Isso sim que é política...
M-A-R-A-V-I-L-H-A
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Perder tempo com estes canalhas????
Nunca mais!
Prefiro uma revolução ARMADA!
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