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Brasil
19/09/2007 - 15h36

Renan diz que é "homem de paz" e não espera guerra na votação da CPMF

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta quarta-feira que não espera tempos de batalha agora nem nas negociações para a votação da proposta que prorroga a cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) até 2011. "Guerra, não. Sou um homem de paz", disse. Em seguida, ele criticou a paralisação da Casa em decorrência do processo que o envolve.

Sem mencionar nomes nem partidos políticos, Renan condenou os movimentos que impedem votações e debates de temas que considera relevantes. "É isso que o Senado tem de cuidar. É sair do 'rame-rame' político", disse o presidente, referindo-se indiretamente à oposição que decidiu obstruir a pauta depois que ele foi absolvido no primeiro processo que pedia sua cassação.

"A obstrução é um caminho. Não se pode obstruir por obstruir", afirmou o peemedebista. Ontem à noite, a oposição conseguiu obstruir a votação que tratava da indicação de Luiz Antonio Pagot para a diretoria-geral do DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura em Transportes).

O movimento oposicionista conseguiu impedir que a votação ocorresse e a sessão acabou encerrada por ausência de três votos.

Denúncias

Desde a semana passada, quando Renan foi absolvido pelo plenário do Senado --obtendo 40 votos favoráveis ao arquivamento da denúncia que pedia sua cassação, 35 contrários e seis abstenções--, a oposição anunciou que faria obstrução nas sessões comandadas pelo peemedebista.

Sem querer comentar sobre as acusações que o envolvem, Renan evitou opinar se prefere que as denúncias sejam tratadas separadamente ou não. Segundo ele, deve se analisar seguindo a Constituição e o regimento interno do Senado. "Tem de observar a legalidade [do processo]", disse.

Nesta quarta-feira, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que novamente a oposição fará obstrução na sessão para dar continuidade à votação de Pagot e outras medidas que estão na pauta. "Será um dia também muito difícil para o governo, assim como foi ontem", afirmou o tucano.

Para o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), será possível construir um acordo com a oposição e suspender o movimento de obstrução. "É uma negociação contínua. Não temos espírito de guerra", disse.

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Comentários dos leitores
Wilson Carvalho (23) 19/10/2009 16h30
Wilson Carvalho (23) 19/10/2009 16h30
Nós aqui do POVÃO tambe´m temos nossos cinco candidatos a presiência..
1) O Coveiro do Cemitério Araça (adora enterrar o povão na lama)
2) O mendigo que mora debaixo da ponte (tá cheio de atanto "papelão")
3) Meu cachorro Rex (Late mas não morde)
4) Minha sogra (vai com Deus...não aceito devoluções)
5) O Papagaio Louro de meu vizinho (fala...fala mas nem sabe o que tá falando)
Mas se faltar mais um suplente...Nós aqui temos a solução.
Vamos contratar todosos nossos parentes para "nos dar uma forcinha"...De quebra cadaum devolverá 30% de seus vencimentos brutos em espécia....
Isso sim que é política...
M-A-R-A-V-I-L-H-A
sem opinião
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Wilson Carvalho (23) 16/08/2009 16h53
Wilson Carvalho (23) 16/08/2009 16h53
Vote nulo...ou melhor...nem compareça as urnas....
Perder tempo com estes canalhas????
Nunca mais!
Prefiro uma revolução ARMADA!
2 opiniões
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Egberto Almeida (5) 12/08/2009 11h13
Egberto Almeida (5) 12/08/2009 11h13
VOTE CONSCIENTE! VOTE NULO, OU SERÁ QUE CONSEGUIMOS RENOVAR ALGUMA COISA EM BRASILIA PARA 2010? 1 opinião
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