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26/09/2007 - 11h26

Virgílio Medina pede habeas corpus ao Supremo

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da Folha Online

Investigado pela operação Hurricane (furacão), da Polícia Federal, o advogado Virgílio Medina impetrou no STF (Supremo Tribunal Federal) habeas corpus, com pedido de liminar, para aguardar em liberdade a conclusão das investigações do caso.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) já havia indeferido liminar no mesmo sentido. Virgílio, que é irmão do ministro afastado do STJ Paulo Medina, se encontra preso preventivamente na carceragem especial da Polinter (Polícia Interestadual), no Rio de Janeiro.

A defesa alega que a liberdade de Virgílio não representa qualquer tipo de ameaça à ordem pública.

No último dia 11, a Primeira Turma do STF cassou liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio, que havia concedido liberdade ao advogado. Virgílio é investigado pela suposta prática do crime de corrupção passiva.

Operação

A primeira etapa da Operação Hurricane, deflagrada em 13 de abril, prendeu 25 pessoas, entre magistrados, bicheiros, policiais, empresários, advogados e organizadores do Carnaval do Rio.

A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Hurricane em junho. Desta vez, o foco eram policiais acusados de receberem propina para facilitar a ação da máfia dos bingos e dos caça-níqueis.

Em julho, a PF deflagrou a terceira fase da Operação Hurricane, atingindo policiais acusados de receber propina da máfia dos jogos.

No final de agosto, a PF desencadeou a quarta etapa da operação Hurricane, com a prisão do tesoureiro da máfia dos caça-níqueis, Marcelo Kalil Petrus, filho de Antonio Petrus Kalil (Turcão).

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