Brasil
26/09/2007 - 18h13

Patrícia Saboya vai para o PDT para disputar eleições de 2008

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FABIANA FUTEMA
Editora de Brasil da Folha Online

A senadora Patrícia Saboya (PSB-CE) deve se filiar até a próxima semana ao PDT. Com a oficialização da troca, será a primeira vez que Patrícia ficará num partido diferente do seu ex-marido, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE).

26.abr.2007/Folha Imagem
Patrícia Saboya deve deixar o PSB, partido do ex-marido, Ciro Gomes, e se filiar ao PDT
Patrícia Saboya deve deixar o PSB, partido do ex-marido, Ciro Gomes, e se filiar ao PDT

Antes de deixar o PSB, Patrícia se reuniu hoje com o vice-presidente do partido, Roberto Amaral, e com o presidente da legenda no Ceará, Sérgio Novais. Interlocutores de Patrícia disseram que o PSB havia decidido apoiar em 2008 a candidatura à reeleição de Luizianne Lins (PT) à Prefeitura de Fortaleza.

Amaral desmentiu essa versão para a Folha Online e disse que o partido ainda não tomou nenhuma decisão sobre candidaturas e eventuais apoios para as eleições municipais de 2008. "Essa é uma decisão regional e que ainda não foi tomada. Em nenhum momento dissemos para ela [Patrícia] que iríamos apoiar [Luizianne]. Essa é uma questão a ser negociada. Em política, não existe apoio gratuito", disse ele por telefone para a Folha Online

Segundo ele, foi Patrícia que chegou ao encontro com a decisão de deixar o PSB. "Ela disse que iria para o PDT. Como socialista, não discuti. Acatei a decisão dela."

Amaral afirmou que o PSB chegou a reunir a Executiva do partido para discutir a possível saída de Patrícia do partido. "Determinamos que iríamos consultar as lideranças regionais."

Troca-troca

Para disputar a Prefeitura de Fortaleza por um outro partido, a senadora tem de se filiar a outra legenda até 5 de outubro --como determina a legislação eleitoral.

Além do PDT, outros partidos se ofereceram para acolher a senadora --caso do PMDB e do PSDB. O PMDB, entretanto, não deu a Patrícia a garantia de apoio nas eleições municipais de 2008. E o PSDB --partido do senador Tasso Jereissati (CE)-- é inimigo do PSB no Ceará. Para não se desgastar com seus antigos aliados --o ex-marido e o ex-cunhado, o governador Cid Gomes--, Patrícia tende a rejeitar a oferta do PSDB.

No PDT, ela deve conseguir o apoio necessário para disputar a prefeitura com Luizianne Lins sem comprar uma briga no Ceará com o PSB. A oficialização da troca deve ocorrer até quinta-feira da próxima semana.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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