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Brasil
28/09/2007 - 20h36

José Fogaça troca PPS pelo PMDB para disputar reeleição em Porto Alegre

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SIMONE IGLESIAS
da Agência Folha, em Porto Alegre

O prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, se desfiliou hoje do PPS para voltar para o PMDB. Peemedebista desde o surgimento do antigo MDB, ele foi para o PPS em 2001 por divergências internas.

Hoje, disse que os problemas foram superados e que decidiu retornar ao antigo partido atendendo a uma vontade pessoal.

"As questões políticas tem prós e contras. Se dependesse disso não tomaria esta decisão. Tomei por uma característica pessoal, para voltar ao eixo a que estou vinculado desde a origem da minha atividade política lá nos anos 70", disse.

Com a volta ao PMDB, Fogaça concorrerá à reeleição no ano que vem, impedindo o apoio que vinha sendo negociado pelos peemedebistas a deputada federal Manuela D'Ávila (PC do B), pré-candidata a prefeita de Porto Alegre.

Fogaça disse que já vinha há bastante tempo pensando em mudar de partido, decisão que acabou sendo precipitada por uma viagem que fará à Alemanha. Ele voltará depois de encerrado o prazo para troca de partido para as eleições do ano que vem.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), que abonou a ficha de filiação de Fogaça, disse que com o seu retorno ao PMDB se encerra a discussão para a cabeça de chapa à eleição municipal de Porto Alegre, pois Fogaça se torna automaticamente candidato.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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