Confira vídeo da sabatina realizada com Dilma Rousseff
da Folha Online
A sabatina na Folha realizada com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pode ser conferida no vídeo do UOL News.
| Caio Guatelli/Folha Imagem |
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| Dilma diz que não é candidata e diz que choque de gestão não resolve todos os problemas |
Dilma descartou nesta quinta-feira uma possível candidatura sua à Presidência em 2010. "Não sou candidata. Acredito que o PT pode ter candidato próprio, e tem o direito de pleitear isso, ou pode haver uma composição", afirmou durante a sabatina, realizada em São Paulo.
Por cerca de duas horas, Dilma respondeu a perguntas de quatro entrevistadores e também da platéia. Os sabatinadores da ministra foram a colunista da Folha Eliane Cantanhêde, a editora do "Painel", Renata Lo Prete, o repórter especial Valdo Cruz e o editor de Brasil, Fernando de Barros e Silva.
Ela classificou de "propagandista" o termo "choque de gestão", bastante usado pelos governantes do PSDB para seus métodos de administração, e completou que tal atitude não resolve os problemas da administração pública. "Não se muda uma gestão com um choque. Só se maquia", afirmou.
Para ela, uma verdadeira mudança na gestão deve ser estrutural e demora muito mais do que um ano para ser implementada. "Não se faz modificação estrutural sem criar centros de excelência de gestão, sem impedir o mau gasto corrente", disse. "Caso contrário, faz-se um choque, economiza-se algum dinheiro e gasta-se tudo no quarto ano [de governo]."
Sobre o aumento do número de cargos comissionados no governo atual, a ministra afirmou que o que ocorre é o aumento dos cargos de função gratificada --cargos comissionados que só podem ser ocupados por funcionários concursados. "Assim cria-se uma meritocracia", afirmou Dilma. "Se não fizermos isso, perde nossos melhores quadros."
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Muito sábias as palavras do Sr. Guttenberg. Só vejo que se as políticas em vigor são as melhores para o país, por que não adotá-las. Já opinei em outro comentário de que não será surpresa se José Serra for o suc essor apoiado por Lula.
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Tratava-se do primeiro passo rumo à grande experiência de simbiose jamais realizada na história deste país.
A experiência progrediu quando o Bolsa Escola, da era FHC, e seus primos se metamorfosearam no Bolsa Família. O Fundef, da era FHC, mudou apenas uma simples letra, e grafou Fundeb, para firmar a simbiose mais simples da série. O programa Luz no Campo (maior programa de eletrificação rural do mundo, da era FHC) transformou-se, num só golpe simbionte no melhor estilo petista, em Luz para Todos. Agora, só falta o PSDB apoiar a recriação da CPMF e Lula continuar privatizando (coisa que jurava que jamais faria) para que a barba do presidente acabe dotando de cabelos a careca de José Serra, numa simbiose perfeita. Apresentando um fenômeno de simbiose desses, o Brasil, que jamais obteve o prêmio, ano que vem terá condição absoluta de ganhar o Nobel de Ciência. Ou, no mínimo, o Oscar de melhor comédia.
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