Brasil
05/10/2007 - 16h45

Cezar Peluso irá relatar projeto no TSE sobre fidelidade partidária

Publicidade

da Folha Online

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Marco Aurélio Mello, indicou nesta sexta-feira o ministro Cezar Peluso para relatar o projeto de resolução que irá disciplinar o processo administrativo para parlamentares que trocarem de partido.

A medida foi tomada após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de estabelecer a fidelidade partidária no país.

O STF decidiu ontem aplicar a fidelidade partidária depois de 27 de março de 2007 e, com isso, manter somente os mandatos dos deputados "infiéis" que trocaram de partido antes deste período.

A decisão do Supremo de que os mandatos pertencem aos partidos, e não aos parlamentares, pode levar ao menos 16 deputados a perderem suas cadeiras na Câmara.

Os 16 parlamentares trocaram de legenda depois do dia 27 de março deste ano --data estabelecida pelo TSE como início da vigência da regra que determina a devolução dos mandatos aos partidos.

A lista ainda deve crescer, já que alguns deputados ainda não formalizaram a troca de legenda à Secretaria Geral da Câmara.

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
avalie fechar
Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
avalie fechar
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (436)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca