Publicidade

Publicidade
Brasil
10/10/2007 - 17h17

Ministro do STF nega pedido de cassação dos mandatos de Clodovil e Ângela Portela

Publicidade

da Folha Online

O ministro Eros Grau, do STF (Supremo Tribunal Federal), indeferiu pedido de liminar no mandado de segurança em que o PTC reivindicava os mandatos dos deputados Clodovil Hernandes (PR-SP) e Ângela Portela (PT-RR).

25.set.2007/Folha imagem
Eleito pelo PTC, Clodovil Hernandes se filiou ao PR, mesmo partido de Inocêncio Oliveira
Eleito pelo PTC, Clodovil Hernandes se filiou ao PR, mesmo partido de Inocêncio Oliveira

Na decisão, Grau afirmou que, para chegar a uma eventual cassação, deve-se garantir ao parlamentar o direito à mais ampla defesa.

Na semana passada, o STF estabeleceu a fidelidade partidária no país. A Suprema Corte decidiu aplicar a fidelidade depois de 27 de março de 2007 e, com isso, manter somente os mandatos dos deputados "infiéis" que trocaram de partido antes deste período.

Os dois parlamentares deixaram o PTC depois de 27 de março deste ano --data estabelecida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como início da vigência da regra que determina a devolução dos mandatos aos partidos para quem trocou de legenda.

No entanto, o ministro lembrou que o Supremo determinou, na mesma ocasião, que o TSE ficará responsável pela edição de uma resolução que vai disciplinar o procedimento a ser adotado nos casos de troca de partido por parlamentares eleitos.

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
avalie fechar
Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
avalie fechar
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (436)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca