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Brasil
11/10/2007 - 16h29

Presidente do TSE defende fidelidade partidária também para cargos majoritários

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Marco Aurélio Mello, defendeu nesta quinta-feira a fidelidade partidária também para os eleitos em cargos majoritários (senadores, prefeitos, governadores e presidente da República). Segundo ele, não podem ser estabelecidas "classes" diferenciadas de políticos.

Na semana passada, o STF (Supremo Tribunal Federal) reiterou a decisão do TSE de impor a fidelidade partidária a partir de 27 de março deste ano. No entanto, a regra, por enquanto, só deve ser aplicada para os políticos eleitos no pleito proporcional (deputados federais, deputados estaduais e vereadores).

"Em primeiro lugar, eu entendo que o sistema é único. Não cabe aí criar políticos de duas classes", afirmou o ministro.

De acordo com Marco Aurélio, sua posição se baseia no fato de candidatos a cargos eletivos não poderem lançar seus nomes sem o apoio de partidos políticos. "Caberia candidatura avulsa? Não. Não temos candidatura avulsa. Isso não se coaduna com a ordem natural", afirmou.

Hoje estava previsto que o ministro Carlos Ayres Britto apresentasse seu voto em relação ao tema. Mas o TSE decidiu adiar o julgamento da aplicação da fidelidade partidária para os ocupantes de cargos majoritários por falta de quórum.

Marco Aurélio disse que o julgamento está condicionado à presença de todos os ministros do TSE. Dos sete ministros, pelo menos dois --Caputo Bastos e Cezar Peluso-- estão ausentes. A expectativa é que o julgamento ocorra na próxima terça-feira.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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