Brasil
13/10/2007 - 22h34

Lula admite disputar novo mandato nas eleições de 2014

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da Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu a possibilidade de disputar um terceiro mandato em 2014 em entrevista para Kennedy Alencar, da Sucursal de Brasília da Folha. Na entrevista, publicada na edição deste domingo da Folha, Lula descartou tentar a reeleição já em 2010. "A alternância de poder é educadora para a construção da democracia. Não existe ninguém insubstituível", disse Lula.

21.jun.2007/Folha Imagem
Presidente Lula admite disputar novo mandato nas eleições de 2014
Presidente Lula admite disputar novo mandato nas eleições de 2014

Sobre a possibilidade de voltar a disputar a presidência em 2014, Lula disse que tudo dependerá da conjuntura do momento. "Essa coisa [disputar eleição], se tiver de acontecer, a conjuntura do momento vai indicar. Até porque quero dar um exemplo de ex-presidente: quero deixar a Presidência e não vou virar palpiteiro", afirmou ele à Folha.

Na entrevista, Lula afirmou apoiar a emenda que acaba com a reeleição, desde que o mandato seja estendido para cinco ou seis anos. "Um mandato de quatro anos no Brasil é quase inadministrável. Vamos acabar com a reeleição e aumentar o mandato."

O presidente defendeu para 2010 uma candidatura única à Presidência dos partidos aliados em 2010. Ele minimizou o plano do PT de lançar candidato próprio em detrimento de um nome único da base governista. "É normal todo mundo achar que tem de ter candidato. Mas, entre achar e fazer, tem uma diferença muito grande."

Lula não descartou apoiar, se a base aceitar, uma eventual candidatura do governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), à Presidência se o tucano entrar no PMDB.

Leia a entrevista completa do presidente Lula para a Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL na edição deste domingo do jornal.

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Comentários dos leitores
trabalho na Matte Leão, divisão da Coca-Cola citada na reportagem, e com essa nova fábrica, temos a meta de dobrar o faturamento de 2007 em 5 anos. No 1º semestre de 2009 (em meio à "crise"), tivemos o maior faturamento nos 108 anos de existência da empresa. Conversando ontem com o presidente da Coca-Cola mundial durante a inauguração da fábrica, ele nos disse que Lula é um gênio. Definitivamente, aqui também ninguém dá bola para o PIG sem opinião
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Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Já vem a turminha do fusca novamente com essa conversa fiada de PIG e PCG. São os fanáticos seguidores do Paulo Henrique Amorim. Essa mania de criar siglas para tentar desmotivar a crítica é um mecanismo para tentar acabar com a liberdade de imprensa. Começaram com isso na Venezuela, no Equador e na Argentina e, por enquanto, estão tendo algum sucesso. Não é fato novo. É um velho artifício dos antigos governos totalitários do leste europeu. Cabe a nós, cidadãos cônscios das sutilezas que antecedem e preparam os golpes, impedir que nos tirem o direito de expressarmos com liberdade. Podem inventar siglas e bicho-papões para preparar caminho para alguma intervenção. Vocês ficarão surpresos com a resistência. A liberdade, com respeito às leis, é tudo para nós, principalmente os jovens. Não tentem nos impor esses regimes falidos que massacraram populações durante 70 anos. Infelizmente existem algumas nações que ainda não conseguiram se libertar. Mas é apenas uma questão de tempo. Aqui não, violão! sem opinião
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Acabei de receber a carta seguinte de um fornecedor da Área de Acabamento Materiais de Construção:
"Prezado Cliente
Nós lamentamos os transtornos ocorridos com os seus pedidos e pedimos as nossas sinceras desculpa. Devido ao aquecimento do setor de construção civil no país, com crescimento acima dos níveis previstos, as entregas estão sendo realizadas com um prazo superior ao desejável, em virtude deste aumento da demanda.
Nestes 43 anos de existência, nossa empresa sempre teve como missão conquistar e manter relações de profundo respeito e cordialidade com seus clientes, por isto está informando o problema e a busca da solução. Para normalizar esta situação já tomamos as seguintes medidas:
Em curto prazo:
-adequação do mix e produção
-aumento do quadro de funcionários
-acréscimo do número de horas trabalhadas, com horas extras
-aumento do quadro de transportadores
Em médio prazo:
-crescimento da capacidade instalada com aquisição de novos equipamentos
-instalação de mais um turno de produção"
sem opinião
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