Brasil
15/10/2007 - 16h44

Chinaglia minimiza declaração de Lula sobre eventual apoio a Aécio em 2010

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), minimizou nesta segunda-feira a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que poderia apoiar a candidatura do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), na corrida à sucessão presidencial em 2010.

Em entrevista à Folha, Lula não descartou apoiar, se a base aceitar, uma eventual candidatura do governador de Minas à Presidência em 2010 se o tucano entrar no PMDB.

"Ali ele [o presidente Lula] respondeu a uma dada circunstância. Eu parto do pressuposto de que o Aécio Neves continua no PSDB", disse Chinaglia.

De acordo com o petista, é possível uma disposição do presidente Lula em disputar as eleições em 2014 desde que conclua sua segunda gestão com os mesmos índices de popularidade que dispõe atualmente.

"Se ele [Lula] terminar o mandato em 2010 no nível que está hoje tem reais condições de disputar em 2014, como outros [candidatos] também", afirmou Chinaglia.

Em entrevista publicada ontem pela Folha, Lula reconheceu a possibilidade de disputar a Presidência em 2014. "Essa coisa [disputar eleição], se tiver de acontecer, a conjuntura do momento vai indicar. Até porque quero dar um exemplo de ex-presidente: quero deixar a Presidência e não vou virar palpiteiro", disse.

Chinaglia disse que as eleições municipais, que ocorrerão em 2008, servirão como uma "prévia" para o governo analisar a unidade dos partidos que apóiam o Palácio do Planalto. Segundo ele, o esforço é para que a base aliada consiga lançar uma candidatura à sucessão de Lula.

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Comentários dos leitores
trabalho na Matte Leão, divisão da Coca-Cola citada na reportagem, e com essa nova fábrica, temos a meta de dobrar o faturamento de 2007 em 5 anos. No 1º semestre de 2009 (em meio à "crise"), tivemos o maior faturamento nos 108 anos de existência da empresa. Conversando ontem com o presidente da Coca-Cola mundial durante a inauguração da fábrica, ele nos disse que Lula é um gênio. Definitivamente, aqui também ninguém dá bola para o PIG sem opinião
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Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Já vem a turminha do fusca novamente com essa conversa fiada de PIG e PCG. São os fanáticos seguidores do Paulo Henrique Amorim. Essa mania de criar siglas para tentar desmotivar a crítica é um mecanismo para tentar acabar com a liberdade de imprensa. Começaram com isso na Venezuela, no Equador e na Argentina e, por enquanto, estão tendo algum sucesso. Não é fato novo. É um velho artifício dos antigos governos totalitários do leste europeu. Cabe a nós, cidadãos cônscios das sutilezas que antecedem e preparam os golpes, impedir que nos tirem o direito de expressarmos com liberdade. Podem inventar siglas e bicho-papões para preparar caminho para alguma intervenção. Vocês ficarão surpresos com a resistência. A liberdade, com respeito às leis, é tudo para nós, principalmente os jovens. Não tentem nos impor esses regimes falidos que massacraram populações durante 70 anos. Infelizmente existem algumas nações que ainda não conseguiram se libertar. Mas é apenas uma questão de tempo. Aqui não, violão! sem opinião
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Acabei de receber a carta seguinte de um fornecedor da Área de Acabamento Materiais de Construção:
"Prezado Cliente
Nós lamentamos os transtornos ocorridos com os seus pedidos e pedimos as nossas sinceras desculpa. Devido ao aquecimento do setor de construção civil no país, com crescimento acima dos níveis previstos, as entregas estão sendo realizadas com um prazo superior ao desejável, em virtude deste aumento da demanda.
Nestes 43 anos de existência, nossa empresa sempre teve como missão conquistar e manter relações de profundo respeito e cordialidade com seus clientes, por isto está informando o problema e a busca da solução. Para normalizar esta situação já tomamos as seguintes medidas:
Em curto prazo:
-adequação do mix e produção
-aumento do quadro de funcionários
-acréscimo do número de horas trabalhadas, com horas extras
-aumento do quadro de transportadores
Em médio prazo:
-crescimento da capacidade instalada com aquisição de novos equipamentos
-instalação de mais um turno de produção"
sem opinião
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