Brasil
16/10/2007 - 13h45

Alckmin descarta candidatura à Presidência, mas evita comentar eleições municipais

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TATHIANA BARBAR
da Folha Online

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) descartou nesta terça-feira se candidatar à Presidência da República em 2010. "Já temos dois bons candidatos: José Serra e Aécio Neves. O importante é unir o partido e apresentar um bom programa, uma boa plataforma de trabalho. Vamos trabalhar para unir o partido e vou colaborar para esta unidade partidária. Não me coloco como candidato."

O tucano afirmou, no entanto, que este não é o momento de discutir a sucessão presidencial. "Estamos no primeiro ano do governo federal, mas, como não temos propostas novas, estruturantes, reformas, o governo começa a ficar curto. Cabe a nós, da oposição, não deixar o governo se acomodar."

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Alckmin descarta candidatura à Presidência, mas evita comentar eleições municipais
Alckmin descarta candidatura à Presidência, mas evita comentar eleições municipais

Alckmin evitou comentar as eleições municipais de 2008. Na semana passada, o presidente do PSDB de São Paulo, José Henrique Reis Lobo, secretário estadual de Relações Institucionais, disse à Folha Online que o partido em São Paulo quer uma candidatura própria em 2008 e que o nome do PSDB à prefeitura é o do ex-governador.

"Tudo tem seu tempo. Não há nenhuma decisão ainda sobre candidatura e isso não precisa ser decidido agora. Mas estou sempre disposto a trabalhar para a população, faço com alegria."

O tucano afirmou que o partido tem ótimos nomes em São Paulo e que pode ter uma candidatura própria. No entanto, ele não descartou eventuais alianças. "Eu acho que o PSDB pode ter candidatura própria, mas eu defendo alianças de forma geral, não só em São Paulo. É mais verdadeiro fazer alianças antes, porque o povo já sabe com quem você vai governar."

CNT/Sensus

Alckmin também comentou o resultado da pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira. Os pesquisadores apresentaram uma lista com os nomes de 22 possíveis candidatos para as eleições de 2010. Nessa lista, Serra aparece com 12,8% das intenções de voto; Alckmin com 11,6% e Aécio, com 9,8%. Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, os tucanos estão tecnicamente empatados.

Eles também estão empatados com Ciro Gomes (PSB), que recebeu 9,4% das intenções de voto. "Eu fiquei muito feliz, porque não sou candidato e estou fora da mídia há um ano praticamente. O povo é muito generoso, caloroso", disse Alckmin. Para o tucano, a pesquisa mostra a confiança do eleitor no PSDB.

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Comentários dos leitores
trabalho na Matte Leão, divisão da Coca-Cola citada na reportagem, e com essa nova fábrica, temos a meta de dobrar o faturamento de 2007 em 5 anos. No 1º semestre de 2009 (em meio à "crise"), tivemos o maior faturamento nos 108 anos de existência da empresa. Conversando ontem com o presidente da Coca-Cola mundial durante a inauguração da fábrica, ele nos disse que Lula é um gênio. Definitivamente, aqui também ninguém dá bola para o PIG sem opinião
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Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Já vem a turminha do fusca novamente com essa conversa fiada de PIG e PCG. São os fanáticos seguidores do Paulo Henrique Amorim. Essa mania de criar siglas para tentar desmotivar a crítica é um mecanismo para tentar acabar com a liberdade de imprensa. Começaram com isso na Venezuela, no Equador e na Argentina e, por enquanto, estão tendo algum sucesso. Não é fato novo. É um velho artifício dos antigos governos totalitários do leste europeu. Cabe a nós, cidadãos cônscios das sutilezas que antecedem e preparam os golpes, impedir que nos tirem o direito de expressarmos com liberdade. Podem inventar siglas e bicho-papões para preparar caminho para alguma intervenção. Vocês ficarão surpresos com a resistência. A liberdade, com respeito às leis, é tudo para nós, principalmente os jovens. Não tentem nos impor esses regimes falidos que massacraram populações durante 70 anos. Infelizmente existem algumas nações que ainda não conseguiram se libertar. Mas é apenas uma questão de tempo. Aqui não, violão! sem opinião
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Acabei de receber a carta seguinte de um fornecedor da Área de Acabamento Materiais de Construção:
"Prezado Cliente
Nós lamentamos os transtornos ocorridos com os seus pedidos e pedimos as nossas sinceras desculpa. Devido ao aquecimento do setor de construção civil no país, com crescimento acima dos níveis previstos, as entregas estão sendo realizadas com um prazo superior ao desejável, em virtude deste aumento da demanda.
Nestes 43 anos de existência, nossa empresa sempre teve como missão conquistar e manter relações de profundo respeito e cordialidade com seus clientes, por isto está informando o problema e a busca da solução. Para normalizar esta situação já tomamos as seguintes medidas:
Em curto prazo:
-adequação do mix e produção
-aumento do quadro de funcionários
-acréscimo do número de horas trabalhadas, com horas extras
-aumento do quadro de transportadores
Em médio prazo:
-crescimento da capacidade instalada com aquisição de novos equipamentos
-instalação de mais um turno de produção"
sem opinião
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