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Brasil
17/10/2007 - 16h13

STF exclui deputada de processo contra "infiéis" e mantém Clodovil

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da Folha Online

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau determinou a exclusão da deputada federal Ângela Portela (PT-RR) do mandado de segurança do PTC que pede a devolução dos parlamentares "infiéis". O partido pediu para o Supremo excluir Ângela do mandado, pois ela mudou de legenda antes da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que impôs a fidelidade partidária e entendeu que o mandato pertence ao partido, em 27 de março.

Com isso, o mandado de segurança do PTC passa a pedir a devolução do mandato de Clodovil Hernandes (SP), que se filiou ao PR após essa data.

No último dia 4, o STF validou a decisão do TSE de 27 de março e reconheceu a aplicação da fidelidade partidária a partir de 27 de março para eleitos pelo sistema proporcional --deputados e vereadores. Ontem, o TSE estendeu a fidelidade para ocupantes de cargos majoritários --presidente, governadores, prefeitos e senadores.

O STF deve decidir a partir de quando a decisão de ontem do TSE passa a ser aplicada: a partir de 27 de março ou de 16 de outubro para ocupantes de cargos majoritários.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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