PSOL pede abertura de processo contra Renan e contra Azeredo
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O PSOL entregou hoje para a Mesa Diretora do Senado duas representações por quebra de decoro parlamentar contra os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG). No caso de Renan, é a sexta representação contra o presidente licenciado do Senado. Desta vez, Renan é acusado de apresentar uma emenda que permitiu o repasse de R$ 280 mil para uma empresa fantasma.
Em relação a Azeredo, o PSOL argumenta que o senador teria quebrado o decoro por negar a existência e envolvimento com o suposto esquema do mensalão tucano. Para o PSOL, se ficar comprovado que Azeredo mentiu, já é motivo para pedir a sua cassação por quebra de decoro.
A Procuradoria Geral da República ainda estuda a denúncia sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro para o caixa dois da campanha de Azeredo ao governo de Minas, em 1998.
A denúncia contra Renan foi publicada no jornal "O Estado de S. Paulo". Antes de entregar uma nova representação contra Renan, o PSOL, tentou incluir a nova denúncia no quarto processo --no qual o peemedebista é acusado de integrar esquema de desvio de dinheiro em ministérios comandados pelo PMDB.
Mensalão tucano
Segundo investigações da Polícia Federal, Walfrido dos Mares Guia --hoje ministro de Relações Institucionais-- e Azeredo foram citados nas investigações do suposto mensalão tucano.
Outras 36 pessoas foram indiciadas. De acordo com o relatório final, R$ 110 mil teriam sido desviados para a campanha do então candidato a deputado e atual governador de Minas, Aécio Neves (PSDB). Os envolvidos negam envolvimento com o caso.
Conselho de Ética
Em março de 2006, o Conselho de Ética do Senado arquivou um processo movido contra Azeredo por quebra de decoro parlamentar.
O senador confirmou, em depoimento espontâneo à CPI dos Correios, ter recebido recursos das contas do empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza para sua campanha à reeleição em Minas Gerais antes de assumir o mandato de senador.
O argumento do conselho para arquivar o processo foi de que Azeredo não era parlamentar na época do recebimento do dinheiro. Ele assumiu o mandato de senador em 2003.
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Especial


É preferível a decretação oficial do fim da Justiça do que essa pseudo justiça.
Se todos tivessem a certeza de que a justiça no Brasil não funcionaria tanto para o rico quanto para o pobre, cada um ia fazer sua propria justiça, não ficando esperando uma justiça que não funciona para todos.
Cada um procuraria se garantir com a justiça das proprias mãos.
Com Essa pseudo justiça que temos, o cidadão de bem sais prejudicado, pois fica esperando uma justiça que não vem enquanto os maus continuam agindo e se beneficiando da impunidade.
Que venha a Justiça Divina....
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IMPUNIDADE, PURA IMPUNIDADE!!!
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