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Brasil
25/10/2007 - 10h08

TSE deve decidir hoje data de aplicação de fidelidade para cargos majoritários

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da Folha Online

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Cezar Peluso deve apresentar nesta quinta-feira o projeto de resolução sobre a aplicação da fidelidade partidária para ocupantes de cargos majoritários --presidente da República, governadores, senadores e prefeitos.

O texto de Peluso deve regulamentar a tramitação dos processos que serão movidos pelos partidos interessados em requerer a devolução dos mandatos de políticos "infiéis".

No último dia 16, o TSE estendeu a fidelidade partidária para ocupantes de cargos majoritários. Os ministros, entretanto, não definiram o início da aplicação da regra que determina que os mandatos pertencem aos partidos, não aos eleitos.

A Folha Online apurou que os ministros do TSE divergem sobre o marco temporal. O presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, queria fixar em 27 de março de 2007 --mesma data em que o Tribunal aplicou a fidelidade para os eleitos pelo sistema proporcional (deputados estaduais, federais e vereadores).

Já o ministro Carlos Ayres Britto defende que o marco deve ser 16 de outubro --quando o TSE estendeu a fidelidade partidária para os cargos majoritários.

Peluso sinalizou que não pretende indicar uma data específica para as regras entrarem em vigor. A idéia é permitir que a decisão seja definida, posteriormente, caso a caso.

Por conta desse quadro de indefinição, o mais provável é que o TSE deixe em aberto a data de aplicação da fidelidade partidária para cargos majoritários ou fixe o marco temporal para 16 de outubro.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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