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Brasil
25/10/2007 - 20h38

Cezar Peluso apresenta projeto sobre aplicação da fidelidade partidária

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Cezar Peluso começou a leitura do projeto de resolução sobre a aplicação da fidelidade partidária para ocupantes de cargos majoritários --presidente da República, governadores, senadores e prefeitos. A expectativa é que seja fixada nesta quinta-feira a data para aplicação das regras.

O texto de Peluso deve regulamentar a tramitação dos processos que serão movidos pelos partidos interessados em solicitar a devolução dos mandatos de políticos infiéis.

No último dia 16, o TSE ampliou a fidelidade partidária para ocupantes de cargos majoritários. Mas no dia do julgamento os ministros não definiram o início da aplicação da norma que define que os mandatos pertencem aos partidos, não aos eleitos.

No TSE, os ministros têm opiniões diferentes sobre o chamado marco temporal. Inicialmente, o presidente do TSE, Marco Aurélio Mello, sugeriu fixar em 27 de março de 2007 --mesma data em que o tribunal aplicou a fidelidade para os eleitos pelo sistema proporcional (deputados estaduais, federais e vereadores).

Mas o ministro Carlos Ayres Britto afirmou que o marco deveria ser 16 de outubro, quando o TSE estendeu a fidelidade partidária para os cargos majoritários.

Em decorrência desse quadro de indefinição, o mais provável é que o TSE deixe em aberto a data de aplicação da fidelidade partidária para cargos majoritários ou fixe o marco temporal para 16 de outubro.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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