Mello chama 3º mandato de "blasfêmia" e diz que mudança só com "revolução"
REGIANE SOARES
da Folha Online
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, criticou hoje a intenção de aliados do governo de propor um plebiscito para saber a opinião da população sobre a possibilidade de haver o terceiro mandato. Mello disse que isso seria uma "blasfêmia".
"O povo [que pensa nessa possibilidade] pode rasgar a Constituição Federal, mas para fazer isso é indispensável uma revolução. Eu creio que no estágio da nossa democracia, não é dado pensar em revolução. Eu penso que um plebiscito nesse sentido é como uma blasfêmia contra a Constituição Federal", disse ele hoje em São Paulo.
Reportagem publicada hoje pelo jornal "Correio Braziliense" informa que aliados do Planalto já cogitam a possibilidade de defender um terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente já negou por diversas vezes essa possibilidade. Em entrevista à Folha Lula disse que poderia ser candidato em 2014, mas não em 2010.
Mello disse que a Constituição não prevê terceiro mandato. "O povo deve se submeter à Constituição. E a Constituição não fala em terceiro mandato."
Para o presidente do TSE, o terceiro mandato não seria bom para ninguém. "Nessa altura, é algo inimaginável. O terceiro mandato não atenderia ao Estado, não seria bom para o Brasil nem para Lula."
Mello participou hoje da cerimônia de inauguração do hotel-escola do Sinthoresp (Sindicato dos Trabalhadores em Hotelaria e Gastronomia de São Paulo e Região), onde deu uma palestra sobre direito trabalhista.
Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br
Leia mais
- PSDB quer realizar eleições primárias para escolher candidatos de 2010
- Thame defende candidatura de Alckmin; Executiva do PSDB discute 2008
- Governador de São Paulo pede união ao PSDB em 2010
- CNT/Sensus mostra empate na intenção de voto entre tucanos e Ciro Gomes
- Oposição ataca possível volta de Lula em 2014
- Lula admite disputar novo mandato nas eleições de 2014
Especial


Além disso, a questão não é o aumento em si da carga tributária, que o senhor supõe que eu desconheça, devido exclusivamente à sua arrogância. A questão é que se as taxas ainda estão sendo praticadas e aumentadas, como beneficiaram apenas o período 1994 a 2002? Parece-me ilógico.
Por outro lado, o senhor pode notar que em nenhuma de minhas manifestações constam ironias ou outras formas desrespeitosas. Acredito que independentemente das nossas posições, do nosso conhecimento ou da nossa ignorância, todos temos direito a uma opinião, seja pertinente ou não, e o que deve prevalecer aqui é o respeito e a cordialidade. O senhor poderia colocar seus argumentos sem desqualificar a mim ou a outros neste fórum, no entanto.........Desqualificar não indica conhecimento e sim intolerância a outra opinião.
Por fim, é no mínimo estranho que, apesar de o senhor me considerar um desinformado, mesmo assim dedicou dois comentários sobre o meu manifesto endereçado a outro participante.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar