Brasil
27/10/2007 - 12h53

Lula diz que não é momento para discutir reeleição

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou neste sábado as negociações para aprovar a proposta de terceiro mandato --para presidente da República. Para ele, não é o momento de debater o assunto nem há necessidade de colocar o tema em discussão por considerar que existem muitos brasileiros aptos para disputar as eleições. Mas criticou os que pensam nas eleições presidenciais.

"Ficar discutindo 2010 [agora] é um atraso", afirmou o presidente, após ser homenageado com uma festa de aniversário organizada por militantes do PT do Distrito Federal, em frente ao Palácio da Alvorada.

Segundo Lula, o momento não é adequado para levar a discussão sobre terceiro mandato adiante: "Acho que essa discussão não cabe. Acho que o Brasil não precisa disso. A alternância de poder é uma coisa extremamente importante para o fortalecimento da economia".

A discussão sobre a possibilidade de terceiro mandato foi colocada pelos deputados Carlos Willian (PTC-MG) e Devanir Ribeiro (PT-SP) que colhem assinaturas para apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) --que exige apoio de 171 deputados-sugerindo a modificação na Constituição.

O presidente afirmou ser contrário à proposta: "Não apóio. Não acho necessário haver uma proposta como esta. Acho que nós temos de fazer agora é que todo mundo trabalhe para o Brasil crescer mais".

Segundo Lula, na democracia a alternância de poder ensina e os eleitores aprovam. "O povo vai votando, vai acertando e vai errando. Vamos construindo o Brasil", disse ele.

Em seguida, o presidente afirmou que: "Eu continuo dizendo que esse negócio de achar que tem pessoas que são imprescindíveis e insubstituíveis não existe na política".

Comentários dos leitores
Marilda Correia (30) 30/08/2008 09h15
Marilda Correia (30) 30/08/2008 09h15
A turma do holerite é fiel e bate ponto mesmo. O Sr. Feldman encabeça o Livro Ponto, não é? sem opinião
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Alcides Emanuelli (281) 30/08/2008 00h40
Alcides Emanuelli (281) 30/08/2008 00h40
Senhora Leila Feliciano,
Relata acontecimentos de campanhas de São Paulo que se fazem presente em todas as campanhas politicas de nossas cidades.
São vinculação em campanhas de obras particulares, direcionadas para interesses dos grupos as corporações, o vinculo desses segmentos significam o mais importante na propaganda politica do que enfrentar e querer trabalhar em prol das suas obrigações de desenvolverem as necessidades sociais.
Em florianólis, os Patidos de esquerda que se auto definem como de esquerda o PT e PC do B, são os responsaveis por obras faraonicas.
Como viadutos, canais, Telefericos, transporte maritimos, e muitas obras grandiosas e o povo acredita e troca megalomanica ambição por grandiosidade pelo bem estar social e vota neles.
Em todo o Brasil é assim!
Politica para brasileiro é um jogo de intesse e um bom emprego e uma ponte para o Poder que fascina a todos.
No caso de campos de futebol nos Estados mais desenvolvidos os Clubes constroem seus proprios estadios atraves de parceria com instituições privadas.
Grêmio, Inter, Palmeiras e no Nordeste do Brasil: Bahia, e outros estados os Estadios são Estaduais, No Pará tem até Politica dando dinheiro para os clubes, dinheiro esse que deveria ser destinado para construção de escolas, creches, hospitais, presidios, ou até areas de lazer como praças e praças esportivas para o povo e nunca para instituições privadas como os times do Remo e Paisandu.
Santa incompetencia de irregularidades.
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Alcides Emanuelli (281) 30/08/2008 00h27
Alcides Emanuelli (281) 30/08/2008 00h27
Dona Ellen, pode seguir em paz para a França, que alcance o que busca e vais com a certeza que não lhe quero mal nenhum.
Do fundo da minha alma lhe quero bem, embora não concorde com seus pensamentos e suas colocações, mas são discursões são debates que se fazem necessários existirem.
Somos frageis mortais perante os interesses dominadores do Poder.
Somos pequenos nesse meio corrupto que nós consume e nos destroi, mas temos que buscar sempre a diminuição das desigualdades é claro com responsabilidades.
Essa busca é dificil mas quem sabe um dia de tanto insistirmos vamos ver nossa Patria amada ser idolatrada por seu povo, que vai voltar a sorrir e andar pelas ruas em liberdade e sem medo de uma bala perdida.
Tudo de bom para a Senhora e que encontre a perfeição que tanto queres e busca, vou continuar como um simples brasileiro que vive aqui na terra, onde os homens matam uns aos outros por ambições pessoais.
Não temos culpa disso, mas podemos mudar um dia, quem sabe um dia desses, um Talvez acontece e poderemos comemorar a liberdade.
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Ronan Aguiar Cordeiro (136) 29/08/2008 18h11
Ronan Aguiar Cordeiro (136) 29/08/2008 18h11
Nunca pensei que fosse sentir saudades dos tempos em que o grande brasileiro General Golbery do Couto e Silva ocupava a Casa Civil da presidência da república. Havia, então, seriedade e respeito no Brasil. Cultura era o forte na ESG - Escola Superior de Guerra - e jamais se poderia supor uma criatura tão desclassificada dirigindo a nação. O voto em mãos inadequadas é uma arma muito perigosa. O populismo é um câncer corrosivo, profundamente nocivo. O pobre ignorante é usado impiedosamente como massa crítica de manobra por aproveitadores inescrupulosos e são comprados vilmente com programas que buscam perpetuar a dependência e indigência de grande parte da população. Os falsos defensores dos pobres não passam de maquiavélicos usurpadores. O mais triste é ter que conviver com as falas "edificantes" dessa anta. sem opinião
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M Mig (343) 26/08/2008 19h52
M Mig (343) 26/08/2008 19h52
Helena Manzione, eu tabme queria ver o sr lula falando mal de estudantes no palanque da marta sem opinião
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josé reis barata barata (1810) 26/08/2008 06h17
josé reis barata barata (1810) 26/08/2008 06h17
FHC, calado já está errado.
Mentor intelectual do que aí está.
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