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Brasil
30/10/2007 - 16h37

Continua impasse na negociação sobre verba da saúde e votação da CPMF

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Sem acordo, o presidente em exercício da República, Arlindo Chinaglia (PT-SP), fará uma segunda reunião, no final do dia, para buscar consenso em torno dos termos para aprovação da emenda 29 --que define recursos para saúde. A negociação está diretamente relacionada com a votação da proposta que prorroga a cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) até 2011.

Depois de uma longa conversa com os líderes partidários, o governo sinalizou que precisa de mais tempo para propor alternativas.

Pela manhã, os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), José Gomes Temporão (Saúde), Guido Mantega (Fazenda) e Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) se reuniram para discutir as possibilidades para definir a proposta do governo para a saúde. Por volta das 18h, Chinaglia se reunirá com eles para uma nova rodada de negociações.

No almoço, o petista conversou com os líderes partidários para encaminhar as votações destas terça e quarta-feira. A idéia é iniciar, no plenário da Câmara, a discussão do texto principal da emenda 29 ainda hoje, encerrando os debates amanhã de manhã e votando na tarde desta quarta-feira.

Para o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), é possível buscar um acordo para tentar a negociação em torno da emenda 29. Já os integrantes da Frente Parlamentar da Saúde reagem às sinalizações do governo para o setor.

"O que se fala para 2008 para saúde é muito pouco. É quase nada", disse o deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), que integra a Frente Parlamentar da Saúde. "A CPMF não é concreta para a população. Mas para o posto de saúde é", afirmou o deputado Rocha Loures (PMDB-PR), que pertence à base aliada do governo.

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Comentários dos leitores
Pedro Carvalho (2) 28/09/2009 13h40
Pedro Carvalho (2) 28/09/2009 13h40
É errado fazer essa divisão de quem merece mais ou quem merece menos, pois, a princípio, todos os partidos são iguais. No entanto, nós sabemos disso, que, se o DEM ou o PSDB estivesse no poder, ele também iriam fazer a mesma coisa. Isso sempre existirá nessa política pobre que é a brasileira. sem opinião
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Hilton Leonel (6) 08/09/2009 18h15
Hilton Leonel (6) 08/09/2009 18h15
VIVA O PMDB: ESTÁ SEMPRE PRONTO PARA PREJUDICAR O POVO. QUE SAUDADE DE ULISSES
GUIMARÃES. O povo Brasileiro não aguenta mais.
sem opinião
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osny chicoli (7) 01/09/2009 12h05
osny chicoli (7) 01/09/2009 12h05
Tentem diminuir os cargos públicos nomeados que sobrara dinheiro mesmo sem aumentar os impostos sem opinião
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