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Brasil
07/11/2007 - 22h09

PPS pede ao TSE devolução de mandato de deputado "infiel"

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da Folha Online

O presidente do PPS, Roberto Freire, protocolou nesta quarta-feira recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reivindicando o mandato do deputado Geraldo Resende (MS), que trocou o PPS pelo PMDB após o dia 27 de março deste ano --quando o STF (Supremo Tribunal Federal) fixou o início da vigência da fidelidade partidária para cargos proporcionais (deputados estaduais, federais e vereadores).

No pedido, Freire ressalta que Resende se desfiliou do PPS em 12 de julho "sem justa causa", portanto não caberia como justificativa a alegação de que houve alguma discriminação contra ele.

Segundo Freire, Resende fez parte do diretório nacional do PPS, foi presidente do diretório regional do Mato Grosso do Sul e já ocupou cargos na Mesa Diretora da Câmara como representante do partido.

"Diante de todo esse prestígio que o parlamentar ostentava nos quadros do PPS, jamais poder-se-ia vislumbrar a mais tênue perseguição política", afirma Freire no recurso.

O presidente do PPS pede ainda que o TSE determine que a Mesa da Câmara convoque a suplente Mara Eulália Carrara da Silva (PPS-MS) para tomar posse no lugar de Resende.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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