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Brasil
12/11/2007 - 18h48

Disputa entre Cabral e Garotinho adia posse de diretório municipal do PMDB-RJ

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

A disputa de forças entre o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e o ex-governador Anthony Garotinho (PMDB) adiou de hoje para quarta-feira a cerimônia de posse da nova executiva municipal da legenda no Estado. Ambos tentam garantir meios para assegurar a nomeação de seus indicados para cargos na executiva.

Oficialmente, o adiamento da posse foi causado pela incompatibilidade de agendas, já que boa parte do PMDB fluminense estaria hoje em Brasília para participar de uma cerimônia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo os peemedebistas, a idéia de adiar reunião favorece Cabral porque alguns de seus adversários internos --como os deputados federais Marcelo Itagiba e Bernardo Ariston-- estariam em Brasília para participar de votações na Câmara.

Na quarta-feira passada, integrantes do diretório municipal do PMDB do Rio renunciaram aos seus cargos após uma articulação comandada por Garotinho.

Batalha

Na batalha interna no PMDB do Rio, o governador deve conseguir assegurar as nomeações do secretário estadual de governo, Régis Fichtner, e do senador Paulo Duque (PMDB-RJ).
Na ala de independentes estão o presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Picciani, os deputados federais Leonardo Picciani (PMDB-RJ) --filho de Jorge Picciani-- e Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A Folha Online apurou que as articulações envolvem as negociações para as eleições municipais de 2008. Cabral planeja indicar como candidato o secretário estadual de Esporte, Turismo e Lazer, Eduardo Paes (ex-PSDB) --recém-filiado ao PMDB-- numa eventual aliança com o PT. Mas Garotinho, os Picciani e Cunha são favoráveis a uma coligação com o DEM.

Em solenidade nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, os peemedebistas evitaram comentar o racha interno. Divididos, os integrantes do comando do PMDB do Rio se articulam em três grupos: de Cabral, Garotinho e os chamados autônomos.

A Folha Online apurou que também está em jogo uma futura disputa que envolve Cabral, que já estuda sua reeleição, e Garotinho que quer voltar a ser governador do Rio. O embate entre os dois deve ocorrer nas eleições de 2010.

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Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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