CCJ da Câmara discute amanhã adesão da Venezuela ao Mercosul
da Folha Online
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara realiza audiência pública amanhã (20) para discutir o protocolo de adesão da da Venezuela ao Mercosul. A votação do parecer, iniciada na semana passada, foi adiada para quarta-feira (21) desta semana após um acordo entre as lideranças.
O adiamento foi resultado de um acordo de líderes com o objetivo de aprovar o parecer sem o barulho que a oposição pretendia, informa reportagem da Folha da semana passada.
O relator do parecer, o deputado Paulo Maluf (PP-SP), pediu a aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul "em homenagem ao povo venezuelano", mas chamou Hugo Chávez de "psicopata".
Depois de passar pela CCJ, o projeto de decreto legislativo vai para o Senado.
PT x Venezuela
O secretário de Relações Internacionais do PT, Valter Pomar, escreveu um artigo criticando o senador José Sarney (PMDB-AP) e o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) por atacarem o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Sarney e Maluf --integrantes da base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT-- criticaram Chávez e a democracia na Venezuela.
No artigo, publicado no site do PT, Pomar diz que os dois são "os dois principais personagens em torno dos quais se dividiu o antigo PDS, partido da ditadura militar no Brasil" e que agora "se dedicam a avaliar o grau de democracia que existe na Venezuela"
Pomar afirma que "ninguém é obrigado a concordar com o estilo de Chávez, com a reforma constitucional ou com o "socialismo bolivariano". "Mas é impossível ouvir calado certa gente posando de democrata, acusando o governo da Venezuela de ser ditatorial por estar propondo "reeleição ilimitada" e por ter "fechado" um canal de comunicação", diz ele no artigo.
O dirigente diz que Sarney não pode criticar Chávez por não renovar a concessão de um canal de TV porque ele foi "integrante da ditadura que censurou jornais, prendeu e matou jornalistas".
Sobre Maluf, Pomar afirma no artigo que "beira o grotesco sua crítica à proposta da reeleição ilimitada".
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Especial


Como os Bush negaram suporte (na imprensa, fala sempre bebado, quando melhora diz outra coisa) e o McCain ja' disse que vai acabar com a economia de guerra; Uribe tratou logo de seguir o conselho do Amorin: dar um abracao no Correa e no Chaves ...
Ate' lagrimas de crocodilo cairam dos seus olhos ...
E assim o Brasil vai se firmando como lider na America do Sul, com motores franceses e engenharia da casa...
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Com atenção foi que escutei seu pronunciamento de ontem sobre Colômbia, Equador e o intrometido.
Concordo até mesmo quanto à dúbia, sem surpresa, e prejudicial decisão da OEA.O mundo, por menos o que observamos, carece de coragem política, de uma nova diplomacia,somente com fonte em mentes originais;raras e , por natureza, rejeitadas.Extirpar tudo que usa a força física como argumento;hoje, creio, não é tão racional; quanto, ontem, pensava.Esforço-me por afastar o cruel determinismo histórico, mas...a diplomacia do fuzil cada vez mais se mostra evidente em potência, capacidade e eficácia.Fechar os olhos a isto é impossível e perigoso ante o espectro ofuscante e iminente;perante a clareza do potencial bélico da maior e inalcançável diplomacia do universo.
Não seria hora de o mundo discutir isto?
Gostaria que não fosse assim e como no lamento de Rousseau:"Tu procurarás a idade na qual desejarias que tua espécie tivesse parado.Descontente com teu estado atual por razões que anunciam a tua posteridade infeliz maiores descontentamentos ainda, talvez quisesses retrogredir e esse sentimento deve constituir o elogio de teus (do homem) primeiros ancestrais, a crítica de teus contemporâneos e o espanto daqueles que tiverem a infelicidade depois de ti.".
Infeliz e correta prescrição!
Não seria hora de o mundo discutir uma nova diplomacia?
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