Venezuela não oferece risco ao Brasil, diz Itamaraty
da Folha Online
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil realizou um estudo sobre a atuação e o processo de rearmamento das Forças Armadas da Venezuela. Chegou à conclusão de que não há ameaça aparente à soberania brasileira, informa nesta quarta-feira reportagem da Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).
O estudo foi comentado, sem detalhes, pelo secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães. Ele não precisou quando o estudo foi feito, o que ajudaria a explicar se o discurso das autoridades de que a Venezuela não é um perigo foi embasado nele ou se apenas há consonância de opiniões.
Os comandantes militares, contudo, usam o "risco Hugo Chávez" como justificativa para novos investimentos nas Forças Armadas. Nas últimas semanas, os comandantes repetem em público o estado de penúria de seus equipamentos. Chávez já anunciou gastos da ordem de US$ 4 bilhões em novos equipamentos, a maior parte vinda da Rússia.
Segundo o diplomata brasileiro, o principal objetivo da Venezuela com as compras seria reequipar suas Forças Armadas, trocando armas obsoletas por novas. "Não há nenhum risco à soberania nacional brasileira", disse.
Para Guimarães, o maior risco que analistas vêem, e não imediatamente, mas num futuro próximo, é o de a Venezuela se envolver em conflitos com vizinhos --e não uma invasão da Amazônia.
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Especial


Como os Bush negaram suporte (na imprensa, fala sempre bebado, quando melhora diz outra coisa) e o McCain ja' disse que vai acabar com a economia de guerra; Uribe tratou logo de seguir o conselho do Amorin: dar um abracao no Correa e no Chaves ...
Ate' lagrimas de crocodilo cairam dos seus olhos ...
E assim o Brasil vai se firmando como lider na America do Sul, com motores franceses e engenharia da casa...
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Com atenção foi que escutei seu pronunciamento de ontem sobre Colômbia, Equador e o intrometido.
Concordo até mesmo quanto à dúbia, sem surpresa, e prejudicial decisão da OEA.O mundo, por menos o que observamos, carece de coragem política, de uma nova diplomacia,somente com fonte em mentes originais;raras e , por natureza, rejeitadas.Extirpar tudo que usa a força física como argumento;hoje, creio, não é tão racional; quanto, ontem, pensava.Esforço-me por afastar o cruel determinismo histórico, mas...a diplomacia do fuzil cada vez mais se mostra evidente em potência, capacidade e eficácia.Fechar os olhos a isto é impossível e perigoso ante o espectro ofuscante e iminente;perante a clareza do potencial bélico da maior e inalcançável diplomacia do universo.
Não seria hora de o mundo discutir isto?
Gostaria que não fosse assim e como no lamento de Rousseau:"Tu procurarás a idade na qual desejarias que tua espécie tivesse parado.Descontente com teu estado atual por razões que anunciam a tua posteridade infeliz maiores descontentamentos ainda, talvez quisesses retrogredir e esse sentimento deve constituir o elogio de teus (do homem) primeiros ancestrais, a crítica de teus contemporâneos e o espanto daqueles que tiverem a infelicidade depois de ti.".
Infeliz e correta prescrição!
Não seria hora de o mundo discutir uma nova diplomacia?
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