Walfrido vai informar ao conselho político que prepara saída do governo
VALDO CRUZ
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) vai informar hoje ao Conselho Político do governo que, se for denunciado no inquérito do valerioduto mineiro, pedirá afastamento imediato do cargo para se defender. A reunião do conselho, que reúne líderes e presidentes de partidos da base aliada, começou por volta das 10h no Palácio do Planalto.
Os advogados de Mares Guia já receberam a informação de que ele deve realmente ser denunciado, juntamente com o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, o publicitário Marcos Valério e Cláudio Mourão, que participou da campanha pela reeleição do tucano em Minas.
Segundo a Folha apurou, a intenção do ministro era reservar a parte final da reunião do conselho político para informar sua decisão, acertada ontem à noite com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Até agora, o nome mais forte para suceder o ministro é o do líder do governo na Câmara, José Múcio Monteiro (PTB-PE), que manteria toda a equipe de Mares Guia no Palácio do Planalto.
Na conversa de ontem à noite, o presidente Lula chegou a pedir que o ministro ficasse no cargo, já que seu afastamento ocorreria exatamente no momento em que ele comanda as negociações para prorrogação da CPMF. O articulador político argumentou, porém, que sua permanência, no caso de a denúncia ser confirmada, só atrapalharia o processo de negociação do imposto do cheque e que José Múcio e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), têm condições de tocar as conversas.
A expectativa dos advogados de Mares Guia é que a denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, seja protocolada no STF (Supremo Tribunal Federal) entre hoje e segunda-feira.
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Especial


O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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O povo necessita ter a coragem de enchergar claramente as ações isentas das paixões e tendencias que de forma pura constroem a vida comunitária, dando sustento às necessidades de trabalho, moradia, saude , educação. Um politico envolvido em uma trama das chamadas mensalinho ou mensalão, cnstrução de castelos, farra das passagens, gastos excessivos com cartões corporativos em beneficio proprio, atos secretos, não estão sequer intencionados no bem comum do povo. Dizer se agora depende do parecer técnico do STF é assumir de pronto que o sentido técnico nos seus entremeios poderá assumir algo diferente do real sentido comum. Jamais teria existido qualquer desvio de dinheiro como foi mencionado pelo ministro relator no STF se o fato gerador " o governador do estado de Minas Gerais na época não estivesse concorrendo à reeleição e a SMPEB, a DNA, o Duda Mendonça não estivessem no comando das operações a por aprovação do proprio governador". Esperamos a resposta tecnica da palavra inteira responsavel do STF.
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