José Múcio vai substituir Walfrido no comando da articulação política
KENNEDY ALENCAR
da Folha de S.Paulo, em Brasília
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O Planalto já confirmou o nome do substituto de Walfrido dos Mares Guia no Ministério das Relações Institucionais. É o deputado José Múcio Monteiro (PTB-PE), atual líder do governo na Câmara.
Walfrido anunciou hoje que deixaria o ministério para se defender das acusações de envolvimento com o suposto "mensalão tucano" --esquema de caixa dois na campanha ao governo de Minas de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998-- fora do governo.
Com a ida de Múcio para o governo, a liderança do governo na Câmara será ocupada pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS). Atual vice-líder, o petista é apontado como um dos mais fiéis e articulados colaboradores do governo na Câmara.
| Alan Marques/Folha imagem |
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| Atual líder do governo, Múcio vai assumir o Ministério de Relações Institucionais |
No Planalto, a saída de Walfrido é considerada definitiva. Na articulação política, o ministério é o ministro, diz um auxiliar direto do presidente. Como o Supremo deverá demorar a julgar a aceitação ou recusa da denúncia do Ministério Público, Lula avaliou que não poderia indicar um articulador político interino.
A indicação de Henrique Fontana para o lugar de Múcio na liderança do governo é um afago do presidente no PT, que reclamava da perda completa de espaço nessa área. Walfrido e os principais articuladores políticos do governo na Câmara e no Senado não eram do PT. Agora, o partido volta a essa área.
Denúncia
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, ofereceu denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra 15 acusados de envolvimento com o "mensalão tucano", entre eles Walfrido, Azeredo e o empresário Marcos Valério.
A denúncia tem 89 páginas e os acusados devem responder por peculato e lavagem de dinheiro, entre outros crimes. No Supremo, o relator do caso é o ministro Joaquim Barbosa.
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Especial



Vera Lucia afirma detalhes da operação de entrada e saida de recursos de campanha nas eleições de 94 e 98, com recebimento de doações de empresários e inclusive com doações como empréstimo, certamente como aquele que o Genuino assinou.
Realmente o esquema é exatamente o mesmo do valerioduto do PT e que agora Azeredo diz que nunca se reuniu com Vera, o que soa como rotina, negar encontros ou reuniões, como recentemente Dilma mencionou a respeito de Lina.
Não restam nenhumas dúvidas de que podemos analizar de que para um político não ser punido, basta negar os motivos pelos quais está sendo acusado, que já motivo suficiente para não ser punido, pelo mesnos é o que se deixa parecer.
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O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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