Conselho da TV pública têm "independência" e poder de fiscalização, diz ministro
da Agência Brasil
O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) rebateu hoje as críticas sobre feitas às nomeações para o Conselho Curador da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Entre os 15 nomeados estão o ex-ministro e ex-deputado Delfim Netto (PMDB), ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo (DEM), o consultor da TV Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni), o cantor de rap MV Bill, a carnavalesca Rosa Magalhães e Maria da Penha Maia, que deu nome à lei Maria da Penha.
"Algo não se discute. As personalidades que estão ali têm evidente independência em relação ao governo e poderão fiscalizar se a TV pública será uma TV plural", disse o ministro durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.
Segundo Franklin Martins, é preciso garantir um modelo de gestão que evite um dos "maiores problemas" das televisões públicas, que é a interferência dos governantes. "É preciso chegar a um modelo de gestão que garanta que essa TV seja pública e não estatal."
"Para isso, é preciso [haver] mecanismos por meio dos quais a sociedade controle a tentação dos ocupantes do poder. Precisamos ter mecanismos para que os vícios dos eventuais ocupantes do poder não permaneçam", disse Martins.
Segundo ele, um dos mecanismos para evitar para controlar a tentação do poder público de interferir na TV pública é o recém-nomeado conselho curador da EBC.
A TV pública foi criada pelo governo por MP (medida provisória), o que gerou protestos de deputados que integram o Fórum Parlamentar de Radiodifusão. O orçamento geral da nova emissora será de aproximadamente R$ 350 milhões. A MP ainda não foi votada.
A diretora-presidente da EBC, Tereza Cruvinel, disse na audiência que tem discutido com deputados a possibilidade de o Congresso Nacional incluir fontes permanentes de receita na MP (medida provisória) que a TV pública. "Se isso for viabilizado, será bem-vindo e garantirá mais robustez para a TV pública", afirmou ela.
Início
A TV pública entra no ar a partir das 12h do próximo domingo em todo o país. No Rio de Janeiro, a transmissão será feita por meio da TV Educativa.
A programação da TV Brasil será dividida em faixas temáticas, como infantil, animação, audiovisual, cidadania e esportes.
Na abertura do novo canal, serão exibidas produções realizadas por emissoras educativas e culturais, e produtores independentes de todo o país, além de debates e entrevistas.
Com Folha Online
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Especial


Pelo que se lê nos comentarios anteriores deve ser grande o contingente desses que pensam assim. Uma pena.
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A aprovação da TV Pública é real, foi aprovada a tevezinha para todos os companheiros aloprados.
A Julgar pelas trapalhadas, fico só imaginando a grade de programação, protagonistas, apresentadores e, patrocinadores da TV Pública:
Filmes Preferidos deles:
Laranja Mecânica:
-ator principal o mocinho enganado Alvaro Dias,
-vilã Estela Dilma,
-ator coadjuvante o desmancha prazeres Aparecido,
-diretor de arte: o inigualável Zé Dirceu,
-patrocínio roupas intimas da famosa marca cuecões de couro "genuinamente" resistentes;
-limpeza e faxina da emissora: Silvinho Land Rover, de graça, durante um anos, esse é um grande prestador de serviços públicos;
-equipe de cameras, inclusive as ocultas: Dantas e Tarso e outros;
-diretor e animador de platéia: O Eu não sei de nada. Cabe uma observação: é voces podem até estranhar, embora não saiba de nada é esperto pacas, anima uma pláteia como ninguém o ibope e a popularidade dispara com ele.
Diretores financeiros: Delubinho e Boby Jeferson;
Diretor Geral: Zé Dirceu, esse, as vezes, pode não estar presente, mas que manda ninguém dúvida, é um gênio, mil e uma utilidades, mil e uma faces, mil e um implantes de cabelos, entende de maquilagem como ninguém.
Por hora é só, aguardem os próximos capítulos.
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Foi através de MP, mesmo assim, tanto Camara quanto Senado aprovaram mais esse absurdo.
Mais um cabide de emprego para os companheiros e compadres.
Por essas e outras, é que a carga tributária, jamais será reduzida nesse governo.
Não há dinheiro que baste para tanta coisa supérflua.
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