Brasil
30/11/2007 - 02h50

Projeto do PT abre brecha para rever mandato

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da Folha Online

A proposta de Assembléia Constituinte do PT abre brechas para que eventualmente se discuta uma reformulação completa do sistema político-eleitoral brasileiro, incluindo a questão do mandato presidencial --duração e reeleição--, informa reportagem desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal ou do UOL).

O texto do projeto de lei de iniciativa popular para realização de um plebiscito sobre a Constituinte, publicado nesta quinta-feira (29) no site do PT, dá munição à oposição, que rechaça articulações para garantir um terceiro mandato ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O projeto prevê a realização de um plebiscito em 31 de janeiro de 2009 para saber se a sociedade é a favor da Constituinte específica para promover uma reforma constitucional no "Título IV da Constituição", que trata "da organização dos poderes", "do poder legislativo" e "do Congresso Nacional". Entre esses capítulos está o artigo 77, modificado em 1997 pela emenda 16, a "emenda da reeleição".

O deputado federal Maurício Rands (PT-PE), encarregado pela direção do PT de elaborar o texto do projeto, afirmou que a convocação do plebiscito faz uma menção genérica. "Primeiro o povo vai dizer se quer ou não a Constituinte. Se quiser, a Constituinte é que vai dizer o que ela vai votar", afirmou, negando que o texto abre brechas para dúvidas da oposição em relação às intenções do PT.

"A oposição vai criar confusão com tudo o que fizermos. A sombra é o terceiro mandato. O povo quer o terceiro mandato. Mas nós não vamos fazer isso, nem se o povo quiser."

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Comentários dos leitores
trabalho na Matte Leão, divisão da Coca-Cola citada na reportagem, e com essa nova fábrica, temos a meta de dobrar o faturamento de 2007 em 5 anos. No 1º semestre de 2009 (em meio à "crise"), tivemos o maior faturamento nos 108 anos de existência da empresa. Conversando ontem com o presidente da Coca-Cola mundial durante a inauguração da fábrica, ele nos disse que Lula é um gênio. Definitivamente, aqui também ninguém dá bola para o PIG sem opinião
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Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Já vem a turminha do fusca novamente com essa conversa fiada de PIG e PCG. São os fanáticos seguidores do Paulo Henrique Amorim. Essa mania de criar siglas para tentar desmotivar a crítica é um mecanismo para tentar acabar com a liberdade de imprensa. Começaram com isso na Venezuela, no Equador e na Argentina e, por enquanto, estão tendo algum sucesso. Não é fato novo. É um velho artifício dos antigos governos totalitários do leste europeu. Cabe a nós, cidadãos cônscios das sutilezas que antecedem e preparam os golpes, impedir que nos tirem o direito de expressarmos com liberdade. Podem inventar siglas e bicho-papões para preparar caminho para alguma intervenção. Vocês ficarão surpresos com a resistência. A liberdade, com respeito às leis, é tudo para nós, principalmente os jovens. Não tentem nos impor esses regimes falidos que massacraram populações durante 70 anos. Infelizmente existem algumas nações que ainda não conseguiram se libertar. Mas é apenas uma questão de tempo. Aqui não, violão! sem opinião
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Acabei de receber a carta seguinte de um fornecedor da Área de Acabamento Materiais de Construção:
"Prezado Cliente
Nós lamentamos os transtornos ocorridos com os seus pedidos e pedimos as nossas sinceras desculpa. Devido ao aquecimento do setor de construção civil no país, com crescimento acima dos níveis previstos, as entregas estão sendo realizadas com um prazo superior ao desejável, em virtude deste aumento da demanda.
Nestes 43 anos de existência, nossa empresa sempre teve como missão conquistar e manter relações de profundo respeito e cordialidade com seus clientes, por isto está informando o problema e a busca da solução. Para normalizar esta situação já tomamos as seguintes medidas:
Em curto prazo:
-adequação do mix e produção
-aumento do quadro de funcionários
-acréscimo do número de horas trabalhadas, com horas extras
-aumento do quadro de transportadores
Em médio prazo:
-crescimento da capacidade instalada com aquisição de novos equipamentos
-instalação de mais um turno de produção"
sem opinião
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