Publicidade

Publicidade
Brasil
11/12/2007 - 10h23

Valter Pereira e Leomar Quintanilha desistem de disputar presidência do Senado

Publicidade

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

Os senadores Valter Pereira (PMDB-MS) e Leomar Quintanilha (PMDB-TO) retiraram suas candidaturas à presidência do Senado para apoiar o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) na disputa.

O senador Neuto de Conto (PMDB-SC) foi o único peemedebista a manter sua candidatura entre os quatro que haviam formalizado a entrada na disputa, assim como o senador Pedro Simon (PMDB-RS) --que não chegou a se inscrever oficialmente para concorrer ao cargo, mas foi lançado por um grupo suprapartidário de senadores.

Em reunião que se estendeu por parte da noite desta segunda-feira, os peemedebistas avaliaram que Garibaldi é o candidato com maior força na disputa --por isso Pereira e Quintanilha decidiram abrir mão das candidaturas em favor do senador.

Conto resiste a desistir de concorrer à presidência do Senado, mas a Folha Online apurou que o peemedebista também vai desistir de concorrer ao cargo durante a reunião da bancada que se realiza nesta terça-feira. "Pelas forças que estão se juntando, com o apoio do senador José Sarney [PMDB-AP], tudo isso nos faz acreditar que o senador Garibaldi será eleito pela bancada", afirmou Conto.

O PMDB caminha para sacramentar o nome de Garibaldi como indicado para presidir o Senado. A ala oposicionista do partido vai insistir, durante a reunião da bancada, no nome de Simon --que também teria o apoio de partidos da oposição.

Um dos principais articuladores da campanha de Garibaldi, Sarney disse que a decisão será da bancada. "Todos os companheiros são dignos de ocupar a presidência", desconversou Sarney.

Conselhos

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que renunciou à presidência do Senado na semana passada, evitou revelar quem será seu candidato. Ao chegar para a reunião do PMDB, disse apenas que vai seguir a determinação da bancada. "Aquele que for um bom nome dentro da bancada será o nosso candidato", afirmou.

Renan evitou dar conselhos ao seu sucessor, mas disse que o novo presidente do Senado terá que "conviver com todas as forças da Casa" e trabalhar para aprovar as reformas que vão chegar para a análise dos parlamentares.

O peemedebista reiterou sua inocência na série de denúncias que enfrentou no Conselho de Ética do Senado. "Têm os que sofrem justamente e injustamente. Ninguém se submeteu ao que me submeti. Fui absolvido duas vezes no plenário, isso é inédito." E continuo desafiando: se tivessem alguma prova contra mim teriam apresentado."

Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.folha.com.br

Comentários dos leitores
joão batista cassio (35) 26/10/2009 22h21
joão batista cassio (35) 26/10/2009 22h21
atenção nação brasileira, vamos antecipar o são joão e fazer uma enorme fogueira com nossos titulos de eleitor, com voto não conseguiremos, tirar esses picaretas de lá, cada um deles tem seu currauzinho, precisamos importar alguns homembomba , ai quem sabe. 1 opinião
avalie fechar
Wilson Carvalho (23) 19/10/2009 16h23
Wilson Carvalho (23) 19/10/2009 16h23
...Eu relançaria o Volkswagem, o Opalão, a Romiseta e reinventaria a máquina de escrever.
Esse retrocesso me dá câibras nas partes baixas.....
Deus tenha piedade...de nossos bolsos ( quer dizer..o que sobrou deles)
1 opinião
avalie fechar
Leonardo Rocha (10) 06/10/2009 13h06
Leonardo Rocha (10) 06/10/2009 13h06
Não adianta ficar aqui reclamando do circo, pois cada um de nós ajudou a erguer a lona. O que mais me preocupa não são os palhaços lá dentro e sim a passividade e omissão dos bobos da corte aqui de fora. 4 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (134)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca