Publicidade

Publicidade
Brasil
07/01/2008 - 12h06

Suplente pede cassação de deputado e Severino Cavalcanti pode assumir vaga

Publicidade

da Folha Online

Fernando Rodovalho (PSC-PE) pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a cassação do mandato do deputado federal Marcos Antônio (PRB-PE) por infidelidade partidária. Se o Tribunal acatar o pedido, o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE) poderá voltar à Casa Legislativa, já que é o primeiro suplente da coligação que elegeu o parlamentar.

Em 2005, Severino renunciou à presidência da Câmara e ao mandato para escapar de processo de cassação depois da denúncia de que teria cobrado R$ 137,5 mil do empresário Sebastião Buani em troca de manter autorização para explorar um restaurante na Casa Legislativa.

Rodovalho sustenta que Marcos Antônio continuaria a mudar de partido se não tivesse sido instituída a perda do cargo eletivo para os casos de infidelidade partidária.

O deputado, eleito deputado federal pelo PSC, teria mudado de partido duas vezes em menos de seis meses. A primeira mudança foi antes mesmo de tomar posse em janeiro do ano passado, tendo migrando para o PAN, posteriormente incorporado ao PTB. Em julho de 2007, foi para o PRB.

Rodovalho defende que a perda do cargo do deputado resulte em sua nomeação, já que ele é suplente do PSC, partido que elegeu o parlamentar.

Pelas regras do Tribunal, estão sujeitos à perda de mandato os políticos que deixaram as legendas após 27 de março de 2007 nos cargos proporcionais --deputados estaduais, deputados federais e vereadores-- ou 16 de outubro nos cargos majoritários --prefeitos, governadores, senadores e presidente da República.

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
avalie fechar
Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
avalie fechar
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (436)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca