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Brasil
09/01/2008 - 10h07

PSDB acredita que decisão de Marta sai antes de junho

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da Folha de S.Paulo

A declaração da ministra Marta Suplicy (Turismo) de que poderá aguardar até junho para decidir se será ou não candidata a prefeita de São Paulo desencadeou reações no PT e também no PSDB.

Conforme a lei complementar nº 64, de 1990, os ministros que quiserem concorrer ao cargo de prefeito devem se desincompatibilizar de seus cargos até quatro meses antes da eleição, que será em 5 de outubro.

"O PT estava trabalhando como se o prazo fosse o final de março, a exemplo do que ocorre em outros casos, mas fizemos uma consulta e descobrimos que havia um equívoco", disse o presidente do diretório paulistano, José Américo Dias.

Marta admitiu estar "muito pressionada" por seu grupo político para sair candidata. Porém, disse que não tomará nenhuma decisão de forma precipitada e citou o prazo da lei.

A disposição do PT paulista não deverá ser a de esperar até junho. Informado pela Folha de que o prazo legal para a decisão da ministra era de até quatro meses antes da eleição, o deputado federal Jilmar Tatto, um dos pré-candidatos do PT, se disse "ansioso".

"O prazo do final de março, início de abril me parece razoável porque, caso ela não aceite, precisamos de tempo para organizar um processo de escolha do candidato", disse ele, segundo colocado na eleição para a presidência nacional do PT.

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), também lembrado para a eleição, debateu o tema em encontro reservado com seu grupo político. "Não estamos nos balizando pelos outros, mas entendemos que o prazo político vai se impor ao prazo legal no caso da ministra Marta, o que significa dizer que o PT apresentará candidato antes de junho", disse o deputado tucano Silvio Torres.

A tendência de Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab (DEM), pré-candidato, seria esperar uma definição dos petistas antes de tomar uma decisão, ainda que não haja restrição legal para que eles lancem a pré-candidatura a qualquer momento. Pela lei, ambos têm de ser oficialmente indicados candidatos na convenção de seus partidos até 30 de junho.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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