Brasil
09/01/2008 - 13h25

Reajuste a militares só será discutido após equilíbrio no Orçamento, diz Bernardo

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LÍSIA GUSMÃO
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, reforçou nesta quarta-feira que os salários dos servidores públicos e dos militares estão congelados até que o "rombo" de R$ 40 bilhões no Orçamento, provocado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), esteja resolvido.

"Nós não temos a menor condição de decidir nenhum aumento de pessoal no momento em que eu tenho um desequilíbrio no Orçamento. Eu preciso primeiro resolver os problemas do Orçamento para depois tratar disso", disse o ministro.

Bernardo se reuniu ontem com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, quando ficou acertado que o assunto voltará a ser tratado depois do dia 15 de fevereiro, quando o relator do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-CE), terá uma nova proposta orçamentária, com os cortes necessários para compensar parte da arrecadação perdida com o fim da CPMF.

"Primeiro tenho que resolver esse rombo de R$ 40 bilhões e depois vamos nos posicionar", disse, taxativo, o ministro Paulo Bernardo.

Comentários dos leitores
Elvis Gimenes (36) 10/11/2009 12h22
Elvis Gimenes (36) 10/11/2009 12h22
Maldito o governante que não respeita a justiça. eles querem o poder judiciário falido para não coloca-los na cadeia, o que é bem feito pro TJSP, la so tem tucanos, estão morrendo com seu própio veneno. sem opinião
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Marcos Roma (11) 10/11/2009 10h02
Marcos Roma (11) 10/11/2009 10h02
Eleições 2010. O jogo nem começou, e a oposição já está perdida. Não tem argumentos, não tem programa, não tem discurso. A única esperança é a ajuda da mídia. Dá até dó. 1 opinião
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Louis Fod (294) 22/10/2009 22h59
Louis Fod (294) 22/10/2009 22h59
Paulo Bernardo tem uma musica para negociar com quem pede aumento, ela começa assim Vai tomar no meio do seu .., vai que vai tomar... então é esse o planejamento a longo prazo. Não que o servidor ganhe mal mas quem mandou criar cabide de emprego? A folha de pagamentou inchou mais que o seu ministro. 6 opiniões
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