Reajuste a militares só será discutido após equilíbrio no Orçamento, diz Bernardo
LÍSIA GUSMÃO
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, reforçou nesta quarta-feira que os salários dos servidores públicos e dos militares estão congelados até que o "rombo" de R$ 40 bilhões no Orçamento, provocado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), esteja resolvido.
"Nós não temos a menor condição de decidir nenhum aumento de pessoal no momento em que eu tenho um desequilíbrio no Orçamento. Eu preciso primeiro resolver os problemas do Orçamento para depois tratar disso", disse o ministro.
Bernardo se reuniu ontem com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, quando ficou acertado que o assunto voltará a ser tratado depois do dia 15 de fevereiro, quando o relator do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-CE), terá uma nova proposta orçamentária, com os cortes necessários para compensar parte da arrecadação perdida com o fim da CPMF.
"Primeiro tenho que resolver esse rombo de R$ 40 bilhões e depois vamos nos posicionar", disse, taxativo, o ministro Paulo Bernardo.
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Especial


TURISTA!!!
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Manuel
São Paulo - SP.
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Ao ver o circo diário imagino que se há os que se vendem há os que compram os vendidos, não sei quem é o pior, se o que compra ou o que se vende.
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