Possível encontro com Fidel marca visita de Lula a Cuba
da Efe, em Havana
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ontem à noite a Cuba para uma visita de menos de 24 horas. A agenda de compromissos de Lula inclui um encontro oficial com o presidente interino Raúl Castro, mas não traz informações sobre uma possível reunião com o líder cubano Fidel Castro.
Lula vai ser recebido hoje pela manhã por Raúl, com quem comandará a assinatura de vários acordos bilaterais. No entanto, não foi confirmado se Lula se reunirá com Fidel, que se recupera de problemas de saúde.
A comitiva brasileira ainda não tem informações sobre quando poderia ocorrer o encontro com Fidel, que não aparece em público desde 26 de julho de 2006.
O último presidente a se reunir-se com o líder cubano foi o venezuelano Hugo Chávez, que esteve com Fidel durante duas horas e meia em de dezembro.
A visita de Lula, inicialmente prevista para os dias 22 e 23 de novembro do ano passado, foi adiada devido à ampliação de temas propostos por Cuba.
Acordos
Durante a visita, Lula vai promover acordos de caráter econômico e comercial, alguns dos quais ainda estão sendo discutidos pelas delegações dos dois países.
Um ponto importante das negociações é o possível investimento da Petrobras na ilha, com base em dois eixos fundamentais de atuação.
Nos planos da estatal brasileira está a criação de uma fábrica de lubrificantes, para a qual será assinado um memorando de entendimento com um cronograma de execução, bem como sua participação na prospecção de hidrocarbonetos em águas profundas da ilha.
O objetivo de ambos os países é que a Petrobras formalize sua inclusão na relação de petrolíferas internacionais com direitos para explorar blocos marítimos de Cuba em sua zona econômica exclusiva no Golfo do México.
Além disso, os governos do Brasil e de Cuba devem assinar um acordo para a produção e distribuição conjunta de uma vacina contra a meningite e outros para aumentar a cooperação nos setores agrícola, minerador, turístico, de transporte e de investimentos.
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O Estado nunca gera riqueza por desenvolver atividades próprias. Ao contrário, consome recursos públicos para movimentar a burrocracia Kafkiana enlouquecedora e, eventualmente, prestar algum serviço que tenha utilidade para o contribuinte que é obrigado a pagar tributos.
Se você teve almoço e não pagou por ele, alguém pagou por você. Se o Estado ajuda a populações carentes, é porque, antes, pegou recursos com outros cidadãos, pagou os custos da ajuda e ficou com cerca da metade para si. A ilusão da doce vida do regime cubano é um grande equívoco de fácil adesão. Assim como foi a desventura do comunismo soviético, e como já havia sido o desastre do nazismo e facismo.
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