Publicidade

Publicidade
Brasil
17/01/2008 - 15h51

Lobão e Hubner discutem aspectos técnicos do Ministério de Minas e Energia

Publicidade

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O novo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) se reúne na tarde desta quinta-feira com Nelson Hubner, que ficou no cargo interinamente por oito meses, para discutir aspectos técnicos da pasta.

Segundo Lobão, Hubner deverá fazer uma "exposição geral" sobre a situação do ministério. O novo ministro também confirmou que sua posse está marcada para a próxima segunda-feira, às 10h, no Palácio do Planalto.

Hubner afirmou hoje que deixará a pasta com a posse do senador Edison Lobão (PMDB-MA). O nome de Lobão foi confirmado ontem, após um encontro entre o senador e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O interino afirmou ainda não ver problema no fato de Lobão não ter experiência no setor elétrico. Antes de Lobão ser oficializado ministro, havia rumores de que o nome do senador poderia ser vetado por conta de sua falta de conhecimento do setor num momento em que volta se falar do risco de apagão energético.

"O cargo de ministro é eminentemente político. O que temos que ter é uma pessoa com sensibilidade para lidar com o corpo técnico. O senador é uma pessoa experiente, que já foi governador e lidou não só com a área elétrica, mas com diversas outras. Tem toda condição de fazer uma gestão profissional e boa no ministério", afirmou.

Hubner disse que já havia avisado o presidente Lula de sua saída do ministério e afirmou que não seria bom ele continuar na pasta para evitar especulações sobre o comando de Minas e Energia. "Já tinha dito ao presidente que me afastaria do ministério com a chegada de um novo ministro."

Ele informou que, a pedido do presidente Lula, continuará no governo, mas não disse em que órgão trabalhará. Hubner deve tirar um mês de férias antes de assumir novo cargo. "Temos um projeto político e quero contribuir. Até porque, não tenho ambição de ficar rico", afirmou.

Comentários dos leitores
Reginaldo Carvalho (76) 19/02/2008 09h14
Reginaldo Carvalho (76) 19/02/2008 09h14
Dar ao filho a suplência do senado demonstra, o pai, estar mais preocupado em manter a boa vida do filho do trabalhar pelo país. Garanto, se deixassem, acomodaria toda a família em repartições públicas, ou próximo a ele para "assessorá-lo". Realmente a política desse país está um nojo. Vale lembrar que os lobãos acima são crias do José Sarney, Até quando, gente, aguentaremos essa canalhice ? A minha consolação é que ainda há homens sérios nesse país como o Rolando Boldrin. Vale a pena ouvir sua mensagem neste video . http://www.rolandoboldrin.com.br/video. sem opinião
avalie fechar
Luiz Stephano De Módena (1226) 19/02/2008 01h15
Luiz Stephano De Módena (1226) 19/02/2008 01h15
GUARUJA / SP
Deixar o DEM tudo bem, desde que expulso conforme solititação do Dep. Onix, sem acordão, que o mandato de Lobão Filho, seja devidamente reinvindicado pelo partido junto ao TSE.
É o mínimo que se espera.
106 opiniões
avalie fechar
Antonio Fouto Dias (2079) 18/02/2008 21h04
Antonio Fouto Dias (2079) 18/02/2008 21h04
Lobão Filho, vinte anos de filiação partidária no PFL, hoje DEM., de repente tem oportunidade de exercer o mandato de Senador da República, sem ter recebido um só voto e deixa o partido. Certamente seguirá o mesmo rumo de seu pai, que ingressou no PMDB, por puro interesse, uma vez que se continuasse no DEM, jamais seria ministro, neste governo. Creio que Lobão Filho irá para um outro partido, também da base aliada, afinal, creio que não se oporia a decisões do próprio pai. 1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (271)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca