Brasil
21/01/2008 - 21h42

Guerra quer aliança com DEM na disputa pela Prefeitura de SP

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DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse hoje ser "muito importante" que o DEM esteja ao lado dos tucanos na eleição à Prefeitura de São Paulo.

"Entendemos que a aliança com o DEM é muito importante para nós. Sempre foi", disse Guerra em entrevista depois de se reunir com dirigentes do PSDB em Curitiba.

Questionado sobre quem encabeçaria a aliança --o ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB, ou o atual prefeito Gilberto Kassab, do DEM--, ele recusou-se a comentar. "Isso eu não posso falar".

Guerra declarou estar otimista sobre entendimentos entre os grupos de Alckmin e do governador José Serra.

Sob a benção de Serra e para preservar a aliança com o DEM, Alckmin estaria sendo pressionado a abrir mão da candidatura a prefeito em favor de Kassab. Em troca, seria o nome tucano para disputar o governo paulista em 2010.

"O PSDB é muito forte. Muita gente, muita liderança. É natural que tenha divergências", afirmou Sérgio Guerra.

Para ele, o entendimento dependeria não só dos grupos de Alckmin e Serra. "Se eu disser que é José Serra e Geraldo Alckmin, eu estou simplificando. Os deputados federais, os vereadores, todo mundo participa. Toda equação democrática é complexa. Mas eu estou otimista, é questão de tempo", afirmou o presidente do PSDB.

Partido com terceiro maior número de filiados no país (1.199.880 inscritos), o PSDB irá passar por um "saneamento" em suas fileiras. Guerra afirmou em Curitiba que o partido começará uma triagem para desligar membros que não deram qualquer contribuição política à sigla.

"A cada eleição um contingente de filiados ia se incorporando, fizeram filiações por camada. Não houve depois um saneamento desse quadro de filiados, uma avaliação se eles eram ativos ou não", declarou.

Ao mesmo tempo, o PSDB prepara nova campanha de filiações. Para o tucano, os novos membros devem ter "voz ativa", "divergir" e "fazer valer suas idéias" para influenciar nas decisões dos diretórios. "A nossa posição é para que os ventos soprem em direção da fidelidade partidária."

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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