Brasil
22/01/2008 - 13h54

Dilma afirma estar cansada de negar que será candidata em 2010

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LÍSIA GUSMÃO
Colaboração para a Folha Online, em Brasília

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) voltou a negar hoje que será a candidata do PT à Presidência da República nas eleições de 2010. Ela reagiu com indignação ao ser questionada se havia uma vinculação entre o sucesso do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e sua eventual candidatura.

"Reajo com profundo cansaço. Cansei de falar que não sou candidata. Sempre que isso é colocado, em vez de me beneficiar, prejudica o PAC", disse ela hoje na divulgação do balanço do PAC.

Dilma disse que o PAC deverá ser preservado dos cortes que serão feitos no Orçamento para adequá-lo ao fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). "Não estabelecemos cortes no PAC nem vamos estabelecer", afirmou ela.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, reforçou que os cortes não deverão atingir o PAC. Ele afirmou que as negociações sobre o novo Orçamento serão feitas com o Congresso Nacional. "É fundamental que sejamos parceiros na definição dos cortes", disse.

Bernardo rebateu as novas estimativas feitas pela Comissão Mista de Orçamento de que o corte poderá ser menor. Para readequar o Orçamento ao fim da CPMF, a equipe econômica anunciou que seria necessário realizar um corte de R$ 20 bilhões. Mas a comissão afirmou que o corte poderá cair para R$ 17 bilhões frente a uma expectativa maior de receita.

Segundo Bernardo, o Planalto continua trabalhando com uma estimativa de necessidade de corte da ordem de R$ 20 bilhões.

Comentários dos leitores
trabalho na Matte Leão, divisão da Coca-Cola citada na reportagem, e com essa nova fábrica, temos a meta de dobrar o faturamento de 2007 em 5 anos. No 1º semestre de 2009 (em meio à "crise"), tivemos o maior faturamento nos 108 anos de existência da empresa. Conversando ontem com o presidente da Coca-Cola mundial durante a inauguração da fábrica, ele nos disse que Lula é um gênio. Definitivamente, aqui também ninguém dá bola para o PIG sem opinião
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Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Gedeão Barros (47) 14/11/2009 19h48
Já vem a turminha do fusca novamente com essa conversa fiada de PIG e PCG. São os fanáticos seguidores do Paulo Henrique Amorim. Essa mania de criar siglas para tentar desmotivar a crítica é um mecanismo para tentar acabar com a liberdade de imprensa. Começaram com isso na Venezuela, no Equador e na Argentina e, por enquanto, estão tendo algum sucesso. Não é fato novo. É um velho artifício dos antigos governos totalitários do leste europeu. Cabe a nós, cidadãos cônscios das sutilezas que antecedem e preparam os golpes, impedir que nos tirem o direito de expressarmos com liberdade. Podem inventar siglas e bicho-papões para preparar caminho para alguma intervenção. Vocês ficarão surpresos com a resistência. A liberdade, com respeito às leis, é tudo para nós, principalmente os jovens. Não tentem nos impor esses regimes falidos que massacraram populações durante 70 anos. Infelizmente existem algumas nações que ainda não conseguiram se libertar. Mas é apenas uma questão de tempo. Aqui não, violão! sem opinião
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Acabei de receber a carta seguinte de um fornecedor da Área de Acabamento Materiais de Construção:
"Prezado Cliente
Nós lamentamos os transtornos ocorridos com os seus pedidos e pedimos as nossas sinceras desculpa. Devido ao aquecimento do setor de construção civil no país, com crescimento acima dos níveis previstos, as entregas estão sendo realizadas com um prazo superior ao desejável, em virtude deste aumento da demanda.
Nestes 43 anos de existência, nossa empresa sempre teve como missão conquistar e manter relações de profundo respeito e cordialidade com seus clientes, por isto está informando o problema e a busca da solução. Para normalizar esta situação já tomamos as seguintes medidas:
Em curto prazo:
-adequação do mix e produção
-aumento do quadro de funcionários
-acréscimo do número de horas trabalhadas, com horas extras
-aumento do quadro de transportadores
Em médio prazo:
-crescimento da capacidade instalada com aquisição de novos equipamentos
-instalação de mais um turno de produção"
sem opinião
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