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Brasil
24/01/2008 - 09h14

Por aliança, Kassab e Alckmin almoçam e admitem a possibilidade de abrir mão da disputa

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Em disputa pelo direito de representar o bloco PSDB-DEM na eleição de outubro, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e o ex-governador Geraldo Alckmin almoçaram ontem numa tentativa de aproximação. Após enaltecer a importância da aliança, ambos admitiram a possibilidade de abrir mão da disputa em benefício da coligação.

Segundo interlocutores, os dois apontaram como naturais as duas candidaturas. Da mesma forma que considerariam legítimos os apelos pela manutenção da aliança.

"Estamos à procura de uma solução. De repente, a caminho dela. Confio muito nisso", comemorou o anfitrião José Henrique Reis Lobo, presidente do PSDB de São Paulo. Segundo ele, o encontro de ontem foi um passo formidável". "É uma abertura de diálogo", elogiou o deputado federal Sílvio Torres (PSDB-SP), um dos mais fiéis aliados de Alckmin.

Enquanto isso, continua a movimentação dos adeptos das duas pré-candidaturas. Num jantar anteontem, 10 dos 12 vereadores do PSDB discutiram a hipótese de manifestação em favor da manutenção da aliança com Kassab. Em viagem ao exterior, o líder Carlos Bezerra foi consultado por telefone, segundo relato de participante. Já Tião Farias não foi por ser aliado de Alckmin.

No jantar, chegou a se falar em anúncio de uma decisão pró-Kassab amanhã. Um texto em favor da candidatura única foi redigido. Mas o movimento foi abortado na noite de ontem, devido à suposta trégua.

Na trincheira alckmista, a manhã foi marcada por uma reunião entre o ex-governador e 23 dos 27 pré-candidatos tucanos a prefeituras da região metropolitana. Segundo participantes, Alckmin reafirmou a defesa da candidatura própria sob o argumento de que o PSDB abrirá espaço para o PT se não concorrer. São Paulo, avalia, é uma vitrine para 2010.

O ex-governador pregou a candidatura própria após café da manhã com o ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen, que defendeu a aliança. "Eu disse ao Alckmin que a eleição de 2008 tem ligação com 2010."

Durante o almoço com Kassab, Alckmin fez questão de lembrar a solidez da aliança entre os dois partidos. A reunião foi agendada na véspera pelo presidente estadual do PSDB.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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