24/01/2008
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17h26
Veja lista dos municípios campeões de desmatamento no país
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta quinta-feira a relação contendo os 36 municípios apontados como os campeões no desmatamento da Amazônia.
Na lista, estão 19 municípios de Mato Grosso, 12 do Pará, quatro de Rondônia e um do Amazonas.
A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) avisou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai reunir os prefeitos desses municípios e os governadores dos Estados envolvidos para que juntos busquem alternativas para conter o avanço da derrubada de árvores na região.
Veja abaixo a lista de municípios com maior índice de desmatamento na Amazônia:
- Alta Floresta (MT)
- Altamira (PA)
- Aripuanã (MT)
- Brasil Novo (PA)
- Brasnorte (MT)
- Colniza (MT)
- Confresa (MT)
- Cotriguaçu(MT)
- Cumaru do Norte (PA)
- Dom Eliseu (PA)
- Gaúcha do Norte (MT)
- Juara (MT)
- Juína (MT)
- Lábrea (AM)
- Machadinho D'Oeste (RO)
- Marcelândia (MT)
- Nova Bandeirantes (MT)
- Nova Mamoré (RO)
- Nova Maringá (MT)
- Nova Ubiratã (MT)
- Novo Progresso (PA)
- Novo Repartimento (PA)
- Paragominas (PA)
- Paranaíta (MT)
- Peixoto de Azevedo (MT)
- Pimenta Bueno (RO)
- Porto dos Gaúchos (MT)
- Porto Velho (RO)
- Querência (MT)
- Rondon do Pará (PA)
- Santa Maria das Barreiras (PA)
- Santana do Araguaia (PA)
- São Félix do Araguaia (MT)
- São Félix do Xingu (PA)
- Ulianópolis (PA)
- Vila Rica (MT)
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Especial


É lógico que existem grupos de interesse que acabam se beneficiando com a renegociação dessas dívidas, e que alguns não pagam essas dividas, mas não é o setor como um todo.
O brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços e com razão. O País seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas é pouco eficiente na utilização desses recursos.
Agora é inadmissível aceitar que alguém possa relacionar mensalão, altos impostos, dinheiro publico ao MST e as Ongs (Ongs que recebem em média R$ 228,9 milhões por ano, e só nos primeiros meses de 2008 já foram repassados R$ 33,3 milhões), Lalau, Jorgina, Daniel Dantas, e outros problema políticos e sociais, a toda classe produtiva deste País.
Se o povo em si esta "acomodado" com tal situação (que fica sentando no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...) onde não faz nada para promover uma mudança radical de suas atitudes ambientalistas, conceitos e afirmação de nossa dignidade, não é se livrando de suas responsabilidade como cidadão brasileiro e responsabilizando totalmente o setor produtivo deste País que mudanças ocorrerão.
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O Sr. está certo em apontar o absurdo que é a questão dos cassinos indígenas nos EUA. Porém este é apenas um aspecto de uma situação muito maior e jamais pode justificar o descaso e o abuso contra os povos indígenas brasileiros. Não quer dizer que o Brasil deva fazer exatamente como os EUA, mas deve, sim, respeitar a cultura e as terras dos povos originários - um direito reconhecido em todo o mundo.
A oposição contra os abusos ambientais e humanos levados a cabo por um modelo de produção agro-pecuária predatória não é, como o Sr. Quise Brito afirmou, uma oposição à agricultura em si. Trata-se, isso sim, de uma questão de racionalidade: produção econômica e agrícula só é vantajosa para a nação na medida em que se constitui em desenvolvimento real, sustentável e durável. Do contrário, estaremos repetindo em escala maior os erros do passado: já se perguntou pq é que o Brasil vem tendo atividade econômica, exploração de recursos naturais e agricultura desde 1500 e ainda somos sub-desenvolvidos, ao passo que outras nações transformaram suas atividades econômicas em desenvolvimento social real?
Eduardo Galeano, em seu livro clássico, fala a respeito da vantagem de começar a se desenvolver tarde: foi isso que garantiu os EUA se desenvolverem ao passo que toda a América Latina criava um legado de destruição para as próximas gerações.
Bem, hoje somos nós que temos essa oportunidade de aprender com os erros dos outros e os nossos. Temo que usar essa oportunidade!
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