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Brasil
29/01/2008 - 08h27

Kassab começa ano eleitoral com sobra de mais de R$ 1 bi

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da Folha Online

A Prefeitura de São Paulo inicia o ano eleitoral de 2008 com uma sobra superior a R$ 1 bilhão em caixa, informa nesta terça-feira reportagem da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a reportagem, a prefeitura encerrou 2007 com um superávit financeiro de R$ 1,273 bilhão. O subsecretário de Tesouro, Walter Fasterra, confirmou à Folha que essa é a estimativa da prefeitura, mas ressaltou que o número oficial deverá ser divulgado amanhã.

Com recursos em caixa, a prefeitura pode investir em obras sem depender da arrecadação de impostos nos primeiros meses do ano --até o fim de março a meta é inaugurar ao menos 80 obras, incluindo 58 AMAs (assistências médicas ambulatoriais), sete CEUs (centros educacionais unificados), canalização de córregos e urbanização de favelas.

A vantagem é maior em ano eleitoral, já que, pela legislação, o candidato não pode participar de inaugurações a partir de julho. Por isso, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) tem pressa.

PSDB

Os tucanos estão na dúvida se mantêm a aliança com o DEM e apóiam a reeleição de Kassab ou lançam a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Kassab foi eleito vice-prefeito em 2004 na chapa encabeçada pelo tucano José Serra, que deixou o comando da capital paulista antes das eleições de 2006, quando foi eleito governador.

Enquanto alckmistas articulam movimentos de apoio à candidatura do ex-governador, os defensores da manutenção da aliança entre PSDB e DEM já tornam pública sua opinião. Esse é o caso do governador de São Paulo, José Serra, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A candidatura de Alckmin à Prefeitura de São Paulo, no entanto, conta com um apoio de peso dentro do PSDB: o do governador de Minas Gerais, Aécio Neves --potencial candidato à Presidência da República em 2010. Ele deve disputar com Serra o direito de representar o PSDB na corrida presidencial.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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