Presidente Lula manda checar dados do desmate
da Folha Online
A Polícia Federal e os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura vão sobrevoar nesta quarta-feira (30) áreas da Amazônia para avaliar o problema do desmatamento, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa Kennedy Alencar na Folha de S.Paulo de hoje (íntegra disponível apenas para assinantes do UOL e do jornal).
A missão é verificar se de fato houve aceleração do ritmo de desmatamento da Amazônia nos últimos cinco meses de 2007, conforme apontaram números divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) na quarta-feira da semana passada.
Segundo auxiliar direto do presidente, a cúpula do governo tem "desconfiança" de número que aponta interrupção do ritmo da queda de desmatamento, que vinha caindo desde a virada de 2004 para 2005. Lula quer uma avaliação nos locais, no prazo de um mês.
O presidente foi estimulado pelo impacto internacional da notícia, negativo para ele, que tem boa imagem no exterior e vende o agronegócio brasileiro como ecologicamente correto.
Segundo estimativa do Inpe, 7.000 km2 de floresta --área equivalente a 4,7 vezes a área da cidade de São Paulo-- foram derrubados no último trimestre.
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Especial


É lógico que existem grupos de interesse que acabam se beneficiando com a renegociação dessas dívidas, e que alguns não pagam essas dividas, mas não é o setor como um todo.
O brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços e com razão. O País seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas é pouco eficiente na utilização desses recursos.
Agora é inadmissível aceitar que alguém possa relacionar mensalão, altos impostos, dinheiro publico ao MST e as Ongs (Ongs que recebem em média R$ 228,9 milhões por ano, e só nos primeiros meses de 2008 já foram repassados R$ 33,3 milhões), Lalau, Jorgina, Daniel Dantas, e outros problema políticos e sociais, a toda classe produtiva deste País.
Se o povo em si esta "acomodado" com tal situação (que fica sentando no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...) onde não faz nada para promover uma mudança radical de suas atitudes ambientalistas, conceitos e afirmação de nossa dignidade, não é se livrando de suas responsabilidade como cidadão brasileiro e responsabilizando totalmente o setor produtivo deste País que mudanças ocorrerão.
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O Sr. está certo em apontar o absurdo que é a questão dos cassinos indígenas nos EUA. Porém este é apenas um aspecto de uma situação muito maior e jamais pode justificar o descaso e o abuso contra os povos indígenas brasileiros. Não quer dizer que o Brasil deva fazer exatamente como os EUA, mas deve, sim, respeitar a cultura e as terras dos povos originários - um direito reconhecido em todo o mundo.
A oposição contra os abusos ambientais e humanos levados a cabo por um modelo de produção agro-pecuária predatória não é, como o Sr. Quise Brito afirmou, uma oposição à agricultura em si. Trata-se, isso sim, de uma questão de racionalidade: produção econômica e agrícula só é vantajosa para a nação na medida em que se constitui em desenvolvimento real, sustentável e durável. Do contrário, estaremos repetindo em escala maior os erros do passado: já se perguntou pq é que o Brasil vem tendo atividade econômica, exploração de recursos naturais e agricultura desde 1500 e ainda somos sub-desenvolvidos, ao passo que outras nações transformaram suas atividades econômicas em desenvolvimento social real?
Eduardo Galeano, em seu livro clássico, fala a respeito da vantagem de começar a se desenvolver tarde: foi isso que garantiu os EUA se desenvolverem ao passo que toda a América Latina criava um legado de destruição para as próximas gerações.
Bem, hoje somos nós que temos essa oportunidade de aprender com os erros dos outros e os nossos. Temo que usar essa oportunidade!
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