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Brasil
31/01/2008 - 11h46

União de Vereadores questiona regras do TSE sobre fidelidade partidária

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da Folha Online

A Uvesp (União de Vereadores do Estado de São Paulo) protocolou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um mandado de segurança, com pedido de liminar, questionando a resolução que definiu as regras sobre fidelidade partidária.

No recurso, a entidade ressalta que três pontos da resolução podem causar danos "de difícil reparação" aos parlamentares: o julgamento dos processos pelos TREs (tribunais regionais eleitorais), a apresentação das testemunhas pelos interessados e a impossibilidade de recorrer das decisões dos tribunais.

Pelas regras do TSE, estão sujeitos à perda de mandato os políticos que trocaram de legenda após 27 de março nos cargos proporcionais --deputados estaduais, deputados federais e vereadores-- ou 16 de outubro nos cargos majoritários --prefeitos, governadores, senadores e presidente da República.

Segundo a Uvesp, todas as decisões contra políticos que trocaram de partido eram ações questionando mandatos de deputados federais ou senadores e que a resolução do TSE não considera "algumas peculiaridades dos vereadores".

Sobre o fato de os vereadores serem processados diretamente pelos TREs, a Uvesp ressalta que a Justiça "sempre negou o direito de os vereadores serem julgados, inicialmente, pelo colegiado dos tribunais, afirmando que a edilidade não possui o denominado foro privilegiado", ao contrário dos demais agentes políticos.

"Entretanto, agora, esse direito lhe é outorgado, no mínimo de forma duvidosa", ressalta a entidade no recurso.

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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