Líder do governo protocola pedido de CPI dos Cartões Corporativos no Senado
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), protocolou na noite desta quarta-feira o pedido de abertura de uma CPI dos Cartões Corporativos na Casa. No requerimento, ele reuniu 31 assinaturas entre parlamentares da base aliada e também da oposição.
Segundo Jucá, o objetivo da comissão é investigar o uso dos cartões de 1998, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, até 2008. A iniciativa contraria a oposição, que defende que seja instaurada uma CPI mista e com o objetivo de investigar as despesas do atual governo.
"O governo não tem medo de investigar e o próprio presidente Lula autorizou o requerimento. O governo não ficará refém da oposição", afirmou Jucá. "O governo não tem medo. Nós não vamos fugir ao embate", reiterou.
Já para o vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), o governo está "manobrando" para tentar desqualificar as investigações e evitar que as apurações atinjam a Presidência da República e outros assessores diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"É um desserviço porque desmoraliza o instituto da comissão parlamentar de inquérito [CPI]", afirmou Dias. "Por nós, podem investigar até Pedro Álvares Cabral, não temos problema algum com isso", ironizou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
Dias disse que vai encaminhar requerimento à Mesa Diretora do Senado solicitando a divulgação das despesas do Executivo com os cartões corporativos.
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Especial


Agora o TCU tem uma meta maior e poderia pedir ajuda para a policia federal é ver todos so custos com atletas e estruturas para nossa delegação que foi para China.
Vamos ser corretos e fazer uma analisa do Balanço desses instituições, aquelas que usarão o dinheiro da União, que nada mais é do que o dinheiro do povo brasileiro.
É bom ver atletas nos representando e eles tem que serrem remunerados por seus trabalhos, como todos que estiveram ligados e fizeram acontecer essas representações, mas não podemos aceitas gastos acima do programado do valor real.
O que aconteceu com o Pan que se programos um custo de 2 bilhões e se gastou 4 bilhões é um absurdo, uma falta de responsabilidade, agora vamos ter responsabilidades e seriedade e fiscalizar esses gastos.
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Não consegue nem controlar os gastos dos seus previlegiados, mais cabide de emprêgo.
Até onde isso vai parar ?
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